O MOMENTO !!!!!


Sábado , 05 de Maio de 2012


Secretários de Marconi Perillo (PSDB) recebiam R$ 15 mil mensais de Cachoeira

Carlos Cachoeira pagava salário extra de até 15 mil reais a secretários do governo Marconi Perillo e houve ameaça de paralisação quando os pagamentos foram interrompidos. Dinheiro vinha da Construtora Delta.

Quem é o verdadeiro governador de Goiás?

Oficialmente, o governador de Goiás se chama Marconi Perillo. Foi eleito em 2010, pelo PSDB, e ocupa seu terceiro mandato à frente do Palácio das Esmeraldas.

Os documentos da Polícia Federal, no entanto, revelam que havia um governo paralelo em Goiás. E ele era comandado por Carlos Cachoeira.

De acordo com as investigações, o bicheiro e sócio da Construtora Delta pagava um salário adicional a alguns colaboradores de Marconi Perillo. Entre eles, Edivaldo Cardoso, que se afastou da presidência do Detran/GO, e João Furtado de Mendonça Neto, que continua à frente da secretaria de Segurança Pública.

De acordo com a PF, o ganho extra de Edivaldo seria de R$ 15 mil mensais; o de Neto, de R$ 10 mil. A origem dos recursos seria a construtora Delta.

As informações fazem parte do anexo 4 do inquérito, estão na página 133 e são chocantes. Na conversa, de 15 de julho do ano passado, Edivaldo Cardoso relata a Carlos Cachoeira que os negócios da Delta estão travados porque teria havido atraso nos pagamentos.

De acordo com a interpretação da Polícia Federal, o secretário de Segurança Pública de Goiás pretendia receber seus atrasados dos meses de abril e maio do ano passado (leia aqui a transcrição completa). Caso contrário, deixaria de atender a Delta, que, no governo Perillo, saltou do zero para contratos de mais de R$ 450 milhões.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 21h15
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Marconi Perillo interveio a favor de Cachoeira em três estados, revela investigação

Postado em: 20 abr 2012 às 15:06 | Corrupção

Notícia publicada pelo site Congresso Em Foco revela grampos da Operação Monte Carlo em que o contraventor Carlinhos Cachoeira se gaba de parceria com o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) pelo lobby por loterias estaduais em três estados. Cerco ocorreu sobre Sinval Barbosa (PMDB), Beto Richa (PSDB) e Raimundo Colombo (ex-DEM, atual PSD). E deu certo!

Em conversa gravada pela PF, Cachoeira diz que Perillo teria intercedido para Raimundo Colombo manter loteria em Santa Catarina

Eduardo Militão, Congresso em Foco

Na tentativa de emplacar prestação de serviços de loterias estaduais, o grupo do empresário de jogos de azar Carlinhos Cachoeira, preso na Operação Monte Carlo, buscou contato com os governadores recém-eleitos de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB); de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD e ex-DEM), e do Paraná, Beto Richa (PSDB). Segundo telefonemas de Cachoeira interceptados pela Polícia Federal, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), ajudou a evitar a extinção de uma estatal que controla loterias em Santa Catarina. Perillo nega e os demais governadores dizem que não negociaram nada com o bicheiro, que é o centro das investigações da CPI criada na quinta-feira (19) no Congresso.

No primeiro turno das eleições de 2010, Silval é reeleito em Mato Grosso. Beto Richa e Colombo ganham no Paraná e em Santa Catarina. Dois dias depois, em 5 de outubro, às 8h39, o ex-cunhado de Cachoeira, Adriano Aprígio de Souza, envia email ao argentino Roberto Coppola, consultor em jogos de azar. Ele comemora o resultado as urnas e pergunta como estão os contatos com os futuros governantes sobre as loterias estaduais. Questiona como teria sido a reunião de Coppola com Richa: “Roberto, viu o resultado no Mato Grosso? Foi reeleito o governador. E como ficou Santa Catarina agora? Paraná aquele encontro com foi bom (sic) com o governador eleito?”

Em resposta, às 18h52, o argentino Roberto Coppola mistura português com espanhol para dizer que o grupo vai conseguir ver implantada a loteria no Mato Grosso e em Santa Catarina. Afirma ainda que se reuniu com Colombo e com Richa. No primeiro, o resultado teria sido “bom”, segundo ele porque o coordenador da campanha de Colombo é que seria designado para dirigir a loteria. Mas com Richa, porém, o problema era que seu antecessor, o hoje senador Roberto Requião (PMDB), extinguira a loteria estadual.

“Em Santa Catarina también foi bon con Colombo porque o presidente da loteria era o jefe da campanha de Colombo. Em Paraná, fale com Beto Richa, o problema é que Requion por ler fecho a loteria e va a demorar, porque tein que facer uma nova lei. Esse filho da puta do Requion hasta que foi embora, incho o saco”, diz Copolla, no portunhol que usou no email.

beto richa marconi perillo cachoeira

Em 9 março de 2011, o governador de Goiás, Marconi Perillo, encontrou-se com Colombo em Santa Catarina. Oficialmente, foi uma visita “de cortesia”, segundo assessores do catarinense, ou, segundo comunicado do governo goiano, uma reunião para falar sobre “parcerias público-privadas”, com a participação inclusive do ex-presidente da companhia de energia de Goiás Ênio Branco, que hoje é secretário de Comunicação de Colombo. Mas, em diálogo de 10 de março, Cachoeira diz a um interlocutor não identificado pela Polícia Federal que Perillo, na verdade, foi convencer Colombo a não fechar a Companhia de Desenvolvimento de Santa Catarina, a Codesc, que administra a loteria inativa do estado.

“Inclusive tava com o governador de Goiás e levou o governador de Goiás pra falar com o governador de Santa Catarina”, explica Cachoeira, em telefonema grampeado às 15h41. Na conversa com o bicheiro, o interlocutor diz estar preocupado com a possibilidade de extinção da Codesc e, consequentemente, do negócio do jogo no sul do país. “Se acabar com a Codesc, acaba com a loteria”, alerta o homem não identificado. Essa mesma pessoa diz que Ênio Branco “estava tratando de tudo”.

grampo perillo colombo cachoeira cpi

A assessoria de imprensa de Colombo e de Branco afirma que a reunião teve mais de dez pessoas presentes e não tratou de jogo. Branco, porém, admite ter sido procurado por pessoas – das quais não se lembra – interessadas na manutenção da Codesc, a empresa que controlava o jogo no estado, mas não levou a questão adiante porque Colombo era contra o jogo.

Perillo rejeitou qualquer reunião para favorecer os negócios de Cachoeira. “Nunca conversei sobre legalização do jogo com quem quer que seja”, disse ele ontem (19), em nota ao site Congresso em Foco. “Não gosto de jogos, exceto os de natureza esportiva, e procuro sempre desestimular quem joga.”

A assessoria de Colombo afirmou ao site que não existe possibilidade de as loterias voltarem a funcionar no estado. Entretanto, o presidente da Codesc disse, numa entrevista ao jornal Diário Catarinense, que há uma comissão que estuda o assunto. Procurado pela reportagem, Ximenes não retornou os pedidos de entrevista feitos ontem.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h50
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ESTÃO TODOS ENVOLVIDOS, NÃO ADIANTA QUERER ESCONDER.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h45
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CPMI do Cachoeira: PSDB flerta com expulsão de Marconi Perillo

Ressabiado com o envolvimento direto do governador Marconi Perillo (PSDB-GO) no escândalo do contraventor Carlinhos Cachoeira, o PSDB começa a ver a expulsão do político mais próxima. Durante o congresso sindical tucano, o deputado federal Sérgio Guerra (PSDB-PE), presidente da sigla, mudou o discurso de defesa a Perillo e disse que "quem estiver envolvido nisso ou tiver contas a pagar vai embora".

Disposto a depor

"Antes que qualquer outro o fizesse, ele vai à Procuradoria e se coloca, disposto a ser investigado, ele se propõe à investigação. Eu acho que é tudo que nós esperamos dele e tudo que confiávamos que ele faria", afirmou o presidente do PSDB. 

Defesa de Aécio

Apesar de ter mudado o discurso em relação a Perillo, Guerra mantém a defesa do senador Aécio Neves (PSDB-MG). O ex-governador de Minas Gerais entrou na história

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h41
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Procurador vai acionar também Marconi no STJ

Roberto Gurgel, o procurador-geral da República, decidiu pedir ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) que abra inquérito para investigar também o governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB). Há dez dias, ele já havia informado que iria requerer a instauração de processo contra o governador do DF, Agnelo Queiroz (PT).

Ambos foram mencionados no inquérito da Operação Monte Carlo, que investiga as atividades ilegais de Carlinhos Cachoeira. Deseja-se saber agora se houve envolvimento dos governadores com os negócios ilícitos da quadrilha do pós-bicheiro.

Depois que Gurgel anunciou a decisão de acionar Agnelo, Marconi antecipou-se. Por meio do advogado Antonio Carlos de Almeida ‘Kakay’ Castro, o governador tucano pediu ao procurador-geral que abrisse inquérito contra ele no STJ. Será atendido.

Ouvido pelo blog, Kakay disse não ter sido comunicado sobre a novidade. Mas reagiu com naturalidade: “O governador Marconi pediu para ser investigado. É normal e até desejável que o procurador-geral adote essa providência. É a obrigação dele.”

De acordo com o que apurou o blog, Gurgel decidiu ainda realizar uma análise preliminar dos negócios do governo do Rio, chefiado por sérgio Cabral, com a Delta Construções, sob investigação no Cachoeiragate.  A procuradoria requisitou os contratos. Serão submetidos a um pente-fino.

Cabral não foi citado nos inquéritos do caso Cachoeira. Mas sua amizade com o dono da Delta, Fernando Cavendish, antes apenas insinuada, foi exposta em vídeos e fotos que ganharam o noticiário. Daí a intenção de verificar se o relacionamento pessoal afetou os contratos.

Pela Constituição, governadores e congressistas dispõem de foro privilegiado. São processadas e julgados em tribunais distintos: os executivos estaduais no STJ, os deputados e os senadores no STF.

Confirmando-se o pedido de abertura de inquéritos contra Marconi e Agnelo, serão cinco os políticos levados à grelha do Judiciário por conta das suspeitas de relacionamento impróprio com Cachoeira.

Já correm no Supremo inquéritos contra o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), e três deputados: Carlos Leréia (PSDB-GO), Sandes Júnior (PP-GO) e Stepan Nercessian (PPS-RJ). O realator de todos eles é o ministro Ricardo Lewandowski.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h18
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Promotoria pede afastamento de prefeito por favorecer Delta

Segundo o MP, Maguito Vilela de Aparecida de Goiânia é suspeito de favorecer a empresa em contratos de limpeza urbana

 

Segundo o promotor de Justiça Élvio Vicente, não houve concorrência na licitação e o gestor privilegiou apenas duas empresas - a Delta e a Construtora Almeida Neves. "Com tal conduta omissiva e intencional aceitou, tolerou, facilitou e permitiu o benefício de número restrito de empresas." O prejuízo estimado é de R$ 26 milhões, sendo que R$ 14 milhões foram pagos à Delta. O objeto do contrato era a locação de caminhões com motoristas para a limpeza urbana. Para o promotor, o prefeito deveria ter aberto licitação para aquisição de caminhões e não a locação.

As investigações da Polícia Federal mostram que, ao lado de Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta Construções no Centro Oeste, Cachoeira atuava para favorecer a empreiteira no Estado usando a sua rede de influência. Os áudios indicam a proximidade do bicheiro com o prefeito de Aparecida. Em 2008, quando ele venceu as eleições para prefeito, Cachoeira comemora. "O Maguito foi eleito prefeito da segunda maior cidade de Goiás com 80% dos votos", diz ao aliado Mauro Sebben. Na mesma ligação, Cachoeira comenta que "ele ainda manda no banco" quando Sebben pergunta como Maguito poderia ajudar o grupo. Maguito foi vice presidente do Banco do Brasil

Já em 2011, em uma conversa com o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), Carlinhos pergunta sobre Maguito. "Acabei de falar com ele. Ele (diz que) cumpriu tudo e não sei o que. É para você ficar tranquilo que já vai começar logo. Falei: "ó...o rapaz está uma onça. Vai explodir. Diz que você não fez nada." Ele disse que fez. É porque os trem demora a acontecer e tal. Deixa ele lá bem tranquilo," responde o senador.

Os áudios também mostram que o prefeito procurou Cachoeira, por meio do senador Demóstenes, para resolver um problema de Aparecida. Segundo o bicheiro, ele "está com medo. Ele (Maguito) não tem controle da situação não. Tem um cara lá que tá pegando demais no pé dele, um tal de Élvio. Só para te falar." Nessa época, Cachoeira e Maguito estavam "de mal", segundo o próprio bicheiro.

Em agosto, Cachoeira fala sobre um projeto para a construção de um aeroporto em Aparecida. O prefeito já teria procurado Demóstenes para mandar dinheiro - R$ 40 milhões - para o projeto. Em conversa com outro aliado, o contraventor busca informações na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre o empreendimento. Ele queria saber se a proposta já tinha sido recebida em Brasília, antes de participar de uma reunião com Maguito e Demóstenes. "Vou chamar você para a gente viabilizar isso aí," afirma Cachoeira.

Por meio da assessoria de imprensa, o prefeito informou que não comenta os áudios das operações porque não há nada que o envolva. Maguito afirma que não cometeu nenhuma ilegalidade, que o contrato da Delta é legal e que a empresa venceu a concorrência pelo menor preço. Sobre o aeroporto, Maguito informou que o projeto será tocado pela iniciativa privada.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h45
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CACHOEIRA

 

OS POLÍTICOS QUANDO QUERIAM DINHEIRO, BATIAM A TODO INSTANTE COM PINICO NA MÃO NA PORTA DE CARLINHOS CACHOEIRA, AGORA QUE A ÁGUA SECOU, ESTÃO FAZENDO QUE NEM O CONHECEM.

A VERDADE É QUE CACHOEIRA ESTÁ PAGANDO PELOS ERROS DOS POLÍTICOS, POIS ELES QUE ERAM ELEITOS PARA DEFENDER O POVO, FORAM ELES QUE FIZERAM FORTUNAS COM DINHEIRO PÚBLICO, ROUBARAM O DINHEIRO DO POVO, ENQUANTO QUE CACHOEIRA COMO EMPRESÁRIO, LUTAVA PELOS SEUS INTERESSES.

O PROBLEMA MAIOR DOS BRASILEIROS É A HIPOCRESIA, NINGUÉM TEM CORAGEM DE FALAR QUE OS GOVERNADORES, VEREADORES, DEPUTADOS, SENADORES, ROUBARAM DESCARADAMENTE, ENGANOU O POVO, PASARAM COMO BONS MOCINHOS, MAS SÃO NADA MAIS,  NADA MENOS QUE BANDIDOS DA PIOR ESPÉCIE.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h36
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Laço de Cachoeira com Serra é investigado, diz revista

O Ministério Público de São Paulo e a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o contraventor Carlinhos Cachoeira investigam um possível favorecimento do grupo do bicheiro em São Paulo, na gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD) e durante o mandato de José Serra (PSDB) no governo do Estado (2007-2010) e na prefeitura paulistana (2004-2006). De acordo com reportagem da revista Isto É na edição desta semana, a suspeita é de a construtora Delta, que seria o braço operacional de Cachoeira, teria sido favorecida com a ampliação do número de contratos durante essas administrações.

A Isto É afirma que os parlamentares que compõem a CPI tiveram acesso a conversas telefônicas gravadas com autorização judicial entre junho de 2011 e janeiro deste ano. Segundo a revista, as gravações apontam que a construtora Delta foi favorecida em contratos de obras de ampliação da Marginal do Tietê, na cidade de São Paulo, e na prestação de serviços de varredura de lixo na capital, que somariam mais de R$ 2 bilhões. Nas gravações, às quais a revista afirma ter tido acesso, pessoas próximas de Cachoeira fazem referências a adequações de editais e contratos para que a Delta fosse beneficiada.

Na última quarta-feira, o Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito civil para apurar a existência de irregularidades nas licitações, superfaturamento e conluio entre agentes públicos. Em depoimento para a revista, o deputado estadual João Paulo Rillo (PT) diz que a apuração sobre os contratos da Delta pode revelar um 'caixa 2' do PSDB em São Paulo. Já o líder tucano, Álvaro Dias, argumenta que os contratos devem ser verificados com o intuito de apontar se os valores pagos foram justos.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h26
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05/05/2012 - 13:18:52 - Greve dos Delegados em Goiás

Os delegados de Polícia de Goiás decidiram iniciar paralisação na quarta-feira (9), após recuo do governo estadual no cumprimento dos termos acertados para a reestruturação da carreira. A decisão foi tomada na noite de sexta-feira, em assembleia comandada pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás (Sindepol) e pela Associação dos Delegados Goiás (Adpego), em meio ao clima de insatisfação com a quebra de confiança no diálogo com o governo.


Em assembleia no dia 26 de março, a categoria decidiu suspender o início da greve por conta do compromisso da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) de apresentar proposta para a carreira. As negociações avançaram e a categoria fechou acordo com a Segplan, que garantiu respaldo do governador Marconi Perillo. Porém, o governo refluiu em ponto que é considerado um dos principais da minuta fechada em acordo: a incorporação final de janeiro de 2015, de 20%. Indignada com o recuo, a categoria decidiu iniciar a greve às 8 horas de quarta-feira, em evento na sede da Adpego.


Os delegados também manifestaram insatisfação com a falta de investimentos na Segurança Pública em Goiás, que resulta em aumento dos índices de criminalidade, e com as más condições de trabalho.

Fonte: CBN Anhanguera

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h07
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Cachoeira negociou compra de partido político, diz PF

Gravações feitas pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo indicam que o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, negociou a compra do controle de um partido político, informa reportagem de Fernando Mello, Breno Costa e Leandro Colon, publicada na Folha desta terça-feira.

Uma sequência de diálogos ocorrida entre os dias 6 e 16 de maio de 2011 indica que as tratativas envolveram o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Cláudio Monteiro, ex-chefe de gabinete de Agnelo Queiroz (PT), também é citado nos diálogos.

No dia 5 daquele mês, apontam os grampos, Cachoeira, acusado de corrupção e suspeito de comandar um rede de jogo ilegal, havia jantado com Perillo na casa do senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO). No dia seguinte, Cachoeira conversa com Edivaldo Cardoso, ex-presidente do Detran-GO, que também participara do encontro.

"O partido que o Marconi falou ontem é o P de pato, R, P de pato?", pergunta Cachoeira. "O cara de Brasília, que eu ajudei muito na campanha, é do partido. Eu tô olhando com ele. Hoje é chefe de gabinete do Agnelo." O tio de Monteiro é presidente do PRP (Partido Republicano Progressista) em Brasília e Claudio Monteiro foi candidato a deputado distrital pela sigla, em 2010.

Cachoeira contou a um aliado que estava "de olho" no PRP e que o objetivo era "tomar o partido".

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h02
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05/05/2012 - 13h08

Presidente da CPI rebate ameaça de parlamentares sobre documentos

BRASÍLIA

O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital de Rêgo (PSDB), afirmou neste sábado (5) que, se parlamentares forem à Justiça contra as medidas que ele implementou para acesso aos documentos sigilosos da investigação, o resultado pode ser uma restrição ainda maior.

"O Supremo vai determinar que sigamos o Regimento Interno", disse à Folha. O regimento define que os documentos sigilosos devem ser lidos em sessão secreta, não prevendo outra opção. "Ficaremos nós lá horas e horas lendo milhares de páginas e só", reiterou.

Rêgo definiu que apenas três computadores darão acesso aos documentos requisitados pela CPI, como cópia de inquéritos, escutas telefônicas, quebras de sigilo, o que obrigará os 60 parlamentares que compõem a CPI, entre titulares e suplentes, se revezarem.

Assessores não poderão acessar os documentos, o que irritou deputados e senadores acostumados a CPIs e que ameaçam recorrer à Justiça caso não a regra não seja revista. "Quero o corpo técnico me auxiliando", afirmou o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), verbalizando o mesmo pensamento de muitos colegas.

Diante das pressões, o presidente da CPI já não descarta "aperfeiçoar" as regras, dando até mesmo acesso remoto às informações. "Desde que o Prodasen [órgão de informática do Senado] me garanta que é seguro nada está descartado. Mas se forem à Justiça, vou seguir o regimento", disse

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 15h55
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Ala do PSDB quer que deputado envolvido com Cachoeira se licencie

 Dirigentes do PSDB pressionam para que o deputado Carlos Alberto Leréia (GO) se licencie do partido já na terça-feira, até que a CPI mista revele o tamanho do seu envolvimento com o esquema montado pelo empresário de jogos Carlinhos Cachoeira, informa o "Painel", editado por Vera Magalhães e publicado na edição deste sábado da Folha.

O destino de Leréia, entretanto, ainda divide integrantes da sigla. Parte dos tucanos, como os senadores Alvaro Dias (PR) e Aécio Neves (MG), defende o afastamento imediato para não repetir a conduta do PT no mensalão. Outra ala, porém, teme que rifar Leréia agora possa deixar vulnerável o governador Marconi Perillo (GO), também envolvido no esquema e a quem o partido se empenha em blindar.

Leréia tem repetido na bancada que é amigo de Cachoeira há anos, admite ter interferido em favor dele para nomeações de cargos públicos, mas diz que não participava de esquema de contravenção.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 15h44
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Maioria dos senadores quer processo contra Demóstenes Desanimado

 

A maioria dos integrantes do Conselho de Ética do Senado é a favor de abrir, na próxima terça, processo disciplinar contra Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), informa reportagem de Gabriela Guerreiro e Márcio Falcão, publicada na Folha deste sábado.

Consulta feita pela Folha mostra que 12 dos 15 componentes do órgão vão votar pela instauração do processo, seguindo a recomendação do relator, Humberto Costa (PT-PE). Apenas três, sob condição de anonimato, se declararam a favor da punição máxima ao senador.

O senador pediu a abertura do processo ao afirmar que Demóstenes faltou com a verdade no plenário da Casa quando negou conhecer as atividades ilícitas de Carlinhos Cachoeira. 

Grampos da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, mostram intensa troca de telefonemas entre o senador e Cachoeira, acusado de corrupção e de comandar exploração de jogos ilegais

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 15h41
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Falcão defende que CPI chame governadores

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, defendeu ontem a convocação de governadores na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Cachoeira, especificamente o de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). 'É possível que num dado momento eles convoquem um governador, principalmente o Marconi Perillo', disse o dirigente, para quem o governador tucano seria o mais exposto pelo vazamento da investigação da Operação Monte Carlo - que resultou na prisão do contraventor Carlinhos Cachoeira.

Falcão, que participou na manhã de ontem de um encontro para discutir estratégia eleitoral dos pré-candidatos do PT nessas eleições municipais, em Embu das Artes, São Paulo, disse em seu discurso que este é o momento para que a sociedade saiba quem é o homem que disse ter alertado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes do estouro do escândalo que ficou conhecido como Mensalão. 'Essa CPI vai mostrar quem é o governador de Goiás', afirmou.

Ainda nas críticas a Marconi Perillo, o dirigente petista sugeriu que o governador poderia estar 'recebendo dinheiro em caixa de computador', numa referência às escutas que apontam que a organização comandada por Cachoeira poderia ter levado dinheiro para a sede do governo goiano.

Agnelo. No entanto, Falcão ponderou que os vazamentos não são suficientes para incriminar ninguém neste momento, nem mesmo o governador tucano, que integra o maior partido de oposição ao PT.

Indagado sobre a inclusão de nomes de outros governadores no vazamento dessas escutas, como por exemplo o correligionário Angelo Queiróz, governador petista do Distrito Federal, Rui Falcão argumentou que pelos dados apresentados até agora, só caberia a convocação de Perillo. 'Mas essa é uma decisão da CPMI', disse. 'Por enquanto, eu defendo a convocação de todos que tenham comprovação de envolvimento nesta organização criminosa.'

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h54
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Empreiteiro aluga casa para Marconi Perillo

Envolvido na polêmica sobre a venda da casa em que o contraventor Carlinhos Cachoeira foi preso, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), é atualmente inquilino de um empreiteiro que tem contratos com o Estado e que já recebeu dos cofres goianos R$ 68,7 milhões em valores não corrigidos.

A dona da casa onde hoje mora o governador é a VPL Investimentos e Participações Ltda. Um de seus três sócios é Nilton Aires do Couto Júnior, que é dono da Construtora Centro Leste Ltda., empreiteira que é fornecedora do Estado desde 2003, segunda gestão de Marconi, e que já figurou em listas do governo goiano como uma das 20 maiores fornecedoras.

A VPL não foi encontrada pelo Estado no endereço que informa à Receita Federal e à Junta Comercial de Goiás. Criada em agosto de 2010, ela diz ter sede na Rua C-145, Jardim América, na capital goiana. No endereço, no entanto, existe um escritório de contabilidade que afirmou já ter trabalhado para a empresa, mas que a VPL não é mais sua cliente.

A funcionária do escritório que atendeu a reportagem primeiramente afirmou o contrário, mas depois mudou a versão. Ela não conseguiu localizar os registros da VPL no sistema nem soube informar nenhum telefone ou endereço da empresa.

A mulher comentou que a VPL fazia parte de um grupo de outras empresas que também faziam a contabilidade lá, e citou duas delas: 'Largo Rico' e 'Água Limpa'. A reportagem não encontrou nenhum vestígio de qualquer uma das duas.

Nilton Aires era um dos donos da casa antes de ela ser integralizada ao capital social da VPL. O empresário é genro de José Henrique de Araújo, aliado do deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO) e membro do conselho fiscal do PTB goiano. O deputado, por sua vez, é aliado do governador. O filho dele, Henrique Arantes, é secretario de Cidadania e Trabalho do governo estadual.

Questionados, nem Nilton nem Marconi informaram qual o valor que o governador paga mensalmente desde 8 de dezembro de 2010 pelo aluguel.

Defesa. O governador afirmou, por meio de nota, não ver 'nenhum inconveniente' em alugar a casa de uma empresa cujo dono tem contratos com o Estado. 'Trata-se de contrato imobiliário, como qualquer outro, pago às minhas expensas.' O governador disse pagar 'o valor de mercado', e que as informações estão em seu Imposto de Renda. Ele afirmou 'não ter ciência' de que a VPL não existe nos endereços informados às autoridades competentes.

Marconi sustentou que decidiu não morar na Palácio das Esmeraldas, residência oficial do Estado, 'para ter maior privacidade' - nos outros dois mandatos ele morou lá. O governador afirmou ainda que mantém 'relação contratual entre locador e locatário' com Nilton e 'de vizinhança' com José Henrique.

Nilton Aires sustentou que a VPL Investimentos é uma 'holding patrimonial' que 'se encontra estabelecida exatamente no endereço de seus registros na Juceg e na Receita'. Segundo ele, a funcionária do escritório 'não prestou a informação correta'.

O empresário declarou que os aluguéis estão 'em dia' e que a cópia do contrato 'se encontra na administração do referido condomínio Alphaville'.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h49
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Relator nega blindagem da Delta e diz que CPI não vai dar em pizza 

Odair: “Respingar aqui e acolá é inevitável. Não vou ficar preocupado com isso” O Globo / Ailton de Freitas

BRASÍLIA - O relator da CPMI do caso Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), disse que não tem intenção de blindar a Delta Construções, como acusou a oposição durante a primeira sessão de trabalho da comissão, na quarta-feira. Disse que a empresa vai “para dentro” da CPI. Ao GLOBO, afirmou que está focado 100% no trabalho e que será inevitável que as investigações respinguem em algumas pessoas, do governo ou não. Mas, para ele, isso não o preocupa. Odair também negou acordo entre os partidos para poupar os governadores citados, garantindo que a CPMI irá tratar da questão dos governadores a partir de junho, como está no plano de trabalho aprovado na quarta-feira.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h33
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Bicheiro Carlinhos Cachoeira administrava relações delicadas

Contraventor, preso em Brasília, dava conta de duas mulheres, um cunhado e um ex-marido

Carlinhos Cachoeira com Andressa, atual companheira Arquivo pessoal

BRASÍLIA - Além de gerenciar e coordenar todas as providências dos mais diferentes interesses de sua organização criminosa, o bicheiro Carlinhos Cachoeira ainda tinha que administrar uma delicada rede familiar que inclui duas mulheres e suas famílias: a ex-mulher Andreia Aprígio, a toda poderosa com quem teve três filhos, que ficou com grande parte dos seus bens, inclusive o laboratório Vitapan, e que tem o irmão Adriano Aprígio como testa de ferro do grupo; a atual, a bonitona Andressa Mendonça que pretendia casar agora em maio, mas com o noivo preso se recusa a casar na cadeia; e o ex-marido de Andressa, o secretário de Infraestutura do governo Marconi Perillo, Wilder Morais, que ainda inferniza o bicheiro.

 

 

Cachoeira e Andressa moram juntos há nove meses. Nos grampos feitos pela Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, ele fala muito sobre a nova mulher. Em uma dessas conversas ele reclama com seu braço direito Wladmir Garcez do corte de água da mansão onde mora Andressa, que pertencia anteriormente a Marconi Perillo, por causa de uma conta antiga não paga de R$ 40. E pede a demissão dos responsáveis do corte na Saneago.

_ R$ 40.00, rapaz, casa do governador e emite um papel de corte ... pega um papel desse aqui, demite todo mundo lá.

Em outra conversa Cachoeira conta para um dos seus auxiliares que não sabe o que fazer com o ex-marido de Andressa, Wilder Moraes, que ainda estaria apaixonado por ela.

_ Quer voltar com a Andressa de qualquer jeito, apaixonado nela, morre por causa dela, mulher da vida dele _ diz Cachoeira, na transcrição das conversas da Operação Monte Carlo.

Dona de uma franquia de lingeries francesa em um shopping de Goiânia, Andressa comenta com Cachoeira que vai mandar uma mensagem convidando o ex, Wilder, para a inauguração. Mas desta vez Cachoeira acha que ele deve ter uma atenção especial e diz que não pode mandar mensagem, tem que ligar pessoalmente. Ela justifica o motivo do convite:

_ Não, só uma mensagem, chamando, porque ele que pagou a loja inteira, né?

A inauguração foi uma badalação só, com direito a espaço especial num programa de TV local. No vídeo Andressa faz a propaganda das langeries e explica que a loja possui um local especial para os maridos e mulheres adquirirem acessórios de sexy shop chique, para apimentarem a relação, uma “salinha de fetiches”.

_ Quero convidar as mulheres para conhecerem a salinha de fetiches com produtos eróticos, mas sem perder a finesse! _ diz Andressa , trajando um deslumbrante vestido de rendas preto, na entrevista ao programa de TV que cobria o evento.

Trocado por cachoeira, o ex-marido de Andressa tem 42 anos e pertence a uma família rica, proprietária da Construtora Orca, com negócios no Brasil, em Medellin (Colômbia) e na Índia. Além de secretário de Infraestrutura de Perillo, é suplente de Demóstenes Torres e nessa confusão toda pode ter perdido a bonitona, mas deve ganhar o mandato de senador como prêmio de consolação.

_ A mulher do meu suplente o deixou e passou a viver com Cachoeira. Eu e minha mulher tivemos de resolver esse problema. Por isso houve tantas ligações e encontros _ disse Demóstenes tentando explicar a ligação com Cachoeira.

Numa das conversas Cachoeira reclama que seu braço direito Wladmir Garcez não consegue emplacar umas indicações no governo, mas Wilder, mesmo sem ter botado dinheiro na campanha de Marconi, consegue.

_ Até o Wilder consegue por essa bosta desse cara ai e a gente não consegue por ninguém... É muito mais competente pois não pôs nenhum centavo na campanha , está na secretaria e pôs o cara dele lá _ reclama Cachoeira.

Mais discreta e escondida até agora dos holofotes, a primeira esposa de Cachoeira, Andréa Aprígio, na separação, quando havia risco de bloqueio dos bens com o primeiro escândalo dos bingos, ficou com todos o patrimônio em seu nome. Legalmente é a dona do laboratório Vitapan, fabricante de genéricos, apontado como a mais importante fachada legal de negócios do bicheiro. Andréa também é sócia do ICF – Instituto de Controle de Fármacos, que certifica a qualidade dos medicamentos da Vitapan.

O outro proprietário do IFC é Marcelo Limírio, sócio de Demóstenes na Nova Faculdade, em Contagem (MG). Só em bens declarados em 2010, Cachoeira e seus três principais laranjas somaram R$ 25,4 milhões. Apenas em 2009, ele repassou R$ 2,85 milhões para a ex-mulher Andréa Aprígio de Souza e para o irmão dela Adriano Aprígio de Souza, seus dois principais laranjas.

A polícia começou a investigar o patrimônio do cunhado Adriano após captar uma conversa do contraventor com a atual mulher, Andressa Mendonça, na qual ele se desespera aos saber que o cunhado estava se divorciando:

— Uma bomba aqui! O Adriano tá largando a Suzane. Os trem (sic) tá tudo no nome dele — diz Cachoeira.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h24
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Esquema de Cachoeira fez lobby na Anvisa

Diálogos interceptados pela Polícia Federal colocam a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) no foco das investigações sobre a organização criminosa comandada pelo empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, desmantelada pela Operação Monte Carlo.

Os grampos revelam que o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) fazia lobby no órgão para que o laboratório Vitapan, de Cachoeira, obtivesse licenças de medicamentos e renovações.

Nos diálogos, gravados em abril de 2011, Cachoeira pede ajuda de Demóstenes para resolver demandas na Anvisa. Os dois combinam uma operação para cooptar Norberto Rech, gerente-geral de Medicina do órgão. Os grampos indicam que, depois de uma suposta conversa entre o parlamentar e o servidor, em 13 de abril do ano passado, Cachoeira enviou emissários para uma reunião na agência.

Professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Norberto Rech foi levado em 2005 para o órgão com o patrocínio do senador Humberto Costa (PT-SP), então ministro da Saúde. O assessor nega ter feito qualquer ato de ofício para favorecer os negócios do contraventor.

Nas conversas, Cachoeira pede para que Demóstenes leve a Rech dois operadores do alto comando da sua organização. A Anvisa confirma uma reunião intermediada pelo senador, mas em setembro de 2011, não em abril, como dão a entender os diálogos. O senador, segundo o órgão, levou para o encontro duas representantes do laboratório Vitapan.

Para conseguir o intento, Demóstenes teria marcado a reunião em seu nome e mentido sobre tema, alegando que seria para tratar de um "protocolo para tratamento do câncer de próstata". Só na véspera do encontro, por e-mail, ele teria mudado a pauta para incluir a discussão de licenças de medicamentos para o laboratório.

O presidente da agência, Dirceu Barbano, diz ter agendado o encontro em seu gabinete, em deferência a Demóstenes, considerado insuspeito. A Anvisa explica que, após a mudança de pauta, manteve o local da reunião, mas decidiu gravá-la e produzir ata.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h05
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05/05/201208h51

Mulher de Cachoeira diz que recusou convite para posar nua

  • Andressa Mendonça, 30 anos, mulher do Cachoeira

A mulher do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça, afirmou em entrevista ao jornal “O Globo” que foi convidada para posar nua, mas que recusou a proposta.

“Eu fui convidada [para posar nua pela revista “Playboy”]. Mas não vou dar esse gostinho, não! Deixa só para o Cachoeira.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 10h43
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Sexta-feira , 04 de Maio de 2012


            PRIMEIRO PREMIO.................

 

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 21h12
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Apenas discursos?     
E olha que o DEM ainda tem dois grandes problemas para explicar caso decida apoiar o PSDB. Demóstenes Torres teve sua casa metralhada e acusou o então governador Marconi Perillo de ser o mandante. E Ronaldo Caiado foi mais longe: dizia que jamais se aliaria novamente a Marconi em Goiás. Agora é esperar para ver. 

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h52
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DEMóstenes, o senhor da ética

O procurador e senador Demóstenes Torres, que sempre tentou passar uma imagem de figura acima de qualquer suspeita, sendoum dos grandes

críticos do atual governo federal, agora é apanhado “com a boca na botija”

06 de Abril de 2012 às 20:04

Marcos Lucena

Há quem diga que a expressão falso-moralismo é pleonasmo, pois todo moralismo é falso. Mas que choca, choca. Quem não lembra da reportagem de Roberto Cabrini onde o Monsenhor Luiz Marques, o maior moralista da cidade de Arapiraca-AL, que expulsava mulheres com decote de suas missas, sendo flagrado em cenas de pedofilia com seus coroinhas? O procurador e senador Demóstenes Torres, que sempre tentou passar uma imagem de figura acima de qualquer suspeita, sendo um dos grandes críticos do atual governo federal, agora é apanhado “com a boca na botija”.

Com o sistema eleitoral vigente no Brasil, está difícil existir essa pessoa acima de qualquer suspeita. Não é segredo que, afora raríssimas exceções como Tiririca e Romário, cuja fama serviu de trampolim para se elegerem deputados, é preciso gastar muita grana para se eleger. É só consultar no site dos Tribunais Eleitorais a previsão de gastos de campanha que veremos os milhões utilizados (isso sem considerar a existência de caixa dois de campanha). Como ninguém torra milhões do próprio bolso em campanhas eleitorais, surge a figura dos patrocinadores de campanha, que após elegerem seus patrocinados, solicitam favores pessoais àqueles representantes “do povo”. Isso vale para qualquer partido. O sistema é que está corrompido.

Para os mais novos, que cresceram ouvindo falar de mensalão, petralhas etc., sendo o DEM o partido da ética, deve ter sido decepcionante. Não sabem que o DEM é o velho PFL, partido que estava tão queimado, que para sobreviver teve que mudar de nome e entregar o comando a outra geração de políticos, como filhos e netos de medalhões da política brasileira.

Como o povo anda dizendo, ainda tem muita água pra rolar nessa CACHOEIRA!

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h39
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Demóstenes reunia máfia dos caça-níqueis em casa

Fábio Fabrini/AE

Grampos da Polícia Federal indicam que o prédio funcional em que mora o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) em Brasília servia de ponto de encontro para reuniões da cúpula da máfia dos caça-níqueis em Goiás e no Distrito Federal. Em conversas interceptadas durante a Operação Monte Carlo, o sargento Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, apontado como um dos operadores de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, relata uma reunião de integrantes do esquema no local.

No telefonema de 17 minutos, gravado no dia 21 de dezembro de 2010, Dadá diz a Lenine Araújo de Souza - segundo homem na hierarquia da organização, responsável pela administração contábil do grupo, conforme a PF - que está no Bloco C da Quadra 309, na Asa Sul, em Brasília. Trata-se do chamado bloco dos senadores, onde Demóstenes e outros parlamentares ocupam apartamentos funcionais cedidos pelo Senado.

"Está aonde", pergunta Lenine? "Aqui na 309, Bloco C, no estacionamento, na Sul, na Asa Sul", responde o sargento. Segundo as transcrições do diálogo, às quais o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso, também foram ao bloco Cachoeira, ao qual Dadá e outros integrantes do grupo se referem como "o homem"; Cláudio Dias de Abreu, citado no inquérito da operação como sócio do empresário em negócios ilegais; e Wladimir Garcez Henrique, que seria seu braço-direito, encarregado de obter facilidades nas polícias Militar e Civil de Goiás. O bloco C e o Bloco G, onde mora Demóstenes, são conjugados, unidos, e possuem um estacionamento comum.

Eram cerca de 16h40 e, na conversa, Dadá dizia estar em frente ao prédio desde a hora do almoço. "O homem está aqui, Cláudio está aqui, não posso sair", explicou a Lenine, que o questionava sobre sua ausência em outro compromisso.

Demóstenes estava em Brasília no mesmo dia da reunião, conforme os registros do Senado, tendo discursado em plenário no fim da tarde. Procurado nesta terça o advogado do senador, Antonio Carlos Almeida Castro, o Kakay, não se pronunciou sobre esse trecho das gravações.

Segundo o inquérito, após o encontro no prédio dos senadores, o grupo seguiu para reunião com um advogado. Não fica claro quem é o profissional. "Encontramos com o homem aqui na 309. A gente está indo lá pro Gustavo, advogado no Lago Sul", afirma o sargento.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h31
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  • 04/05/2012 às 12:57

  • Cunha Lima quer transcrição de ligações de Cachoeira

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) apresentará nesta sexta-feira à CPI do Cachoeira um requerimento para cobrar da Polícia Federal o acesso integral das transcrições das conversas telefônicas feitas com autorização judicial das operações Monte Carlo e Vegas. Segundo Cunha Lima, a medida tem por objetivo evitar o uso político e eleitoral da comissão parlamentar. O pedido terá de ir à votação.

Os tucanos são os que mais têm se reclamado com o que classificam como "vazamento seletivo" de informações das duas operações. As escutas já revelaram um relacionamento do deputado Carlos Alberto Leréia (GO) com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Também a proximidade do governador de Goiás, Marconi Perillo, com Cachoeira.

Cunha Lima diz estar preocupado em garantir respaldo jurídico para os trabalhos da comissão parlamentar. O senador argumenta que recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que uma denúncia apresentada pelo Ministério Público baseada apenas em grampos telefônicos só é considerada válida se tiver anexa a ela a íntegra das transcrições. O tucano receia que, sem o acesso a todo o material, os investigados possam anular os trabalhos da CPI.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h22
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CPI pretende atacar apenas Cachoeira e Demóstenes para poupar Cabral, Agnelo, Dirceu e até filho de Sarney

Edição do Alerta Total



Breve, teremos mais uma prova de que, no Brasil, a sigla CPI significa “Comissão Parlamentar para a Impunidade” (ampla, geral e irrestrita). Tudo indica que a CPI do Cachoeira vai desaguar no rigor seletivo, atingindo poucos alvos, para preservar a maioria dos corruptos que poderia e deveria investigar. Os responsáveis pela operação abafa são os deputados e senadores da base aliada, principalmente do PT e do PMDB, diante do risco de seus caciques ou aliados muito próximos de negócios serem tragados na cabeça de lama de Carlinhos Cachoeira e companhia ilimitada.

A ordem principal é blindar o governador Sérgio Cabral Filho, evitar que apareça alguma relação de Cachoeira com o empresário Fernando Sarney (filho do presidente do Senado) e tentar o milagre de salvar o governador petista Agnelo Queiroz, do Detrito Federal, para que nenhuma gota de lama resvale nos negócios de consultoria de Josef Dirceu de Oliveira e Silva para a Delta Construções. Por isso, na fase inicial, nada de convocar o empresário Fernando Cavendish para qualquer depoimento que possa servir de arma para a oposição.

Os trabalhos da CPI começam da pior maneira possível. O relator Odair Cunha (PT-MG) só prevê a convocação para depoimento e quebra de sigilo do bicheiro e lobista Carlos Augusto Ramos. Outro alvo fácil dos petistas, pela intimidade com Cachoeira, revelada nas gravações da Polícia Federal, é o senador Demóstenes Torres (ex-puritano do DEM e que agora virou o único demônio político a ser sacrificado, como boi-de-piranha, para preservar outros senadores, deputados e até magistrados que também bebiam dos favores de Cachoeira). O Conselho de Ética do Senado já abriu processo contra Demóstenes – que é cabra marcado para ser cassado ou “pedir para sair”.

Tornou-se evidente a picaretagem armada pelo comando petista da CPI. Só investigar a empreiteira Delta por seus complicados negócios com o poder público no Centro-Oeste. Nada de focar nas relações da empresa com o governo federal (nas milionárias obras do PAC que demoram a sair do papel) ou com o governo do Rio de Janeiro, onde já virou motivo de piada pública a relação brega de amizade do governador Sérgio Cabral com o empresário Fernando Cavendish, graças às fotos e vídeos postados na internet pelo ex-governador Antony Garotinho.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h12
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Relatório traz indícios de que Demóstenes foi favorável à legalização
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Apresentado nesta quinta-feira (3), no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado, o relatório do senador Humberto Costa (PT-PE) recomenda que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) responda a processo disciplinar e aponta indícios de quebra de decoro parlamentar e de “práticas contrárias à ética”.

No relatório, que será votado pelos integrantes do Conselho de Ética na próxima terça-feira (8), Humberto Costa lista uma série de ações coordenadas, que segundo o petista, foram empreendidas por Demóstenes na defesa de Carlinhos Cachoeira e dos jogos ilegais.

O relator justifica que seu parecer não faz qualquer indagação ou crítica sobre a posição política do senador Demóstenes Torres na votação de matérias ou na condução de seu mandato. Mas, de acordo com Humberto Costa, “a afirmação de militância contrária à legalização dos jogos de azar se mostra uma inverdade, verificada no curso de sua atuação parlamentar”.

Ações apontadas pelo relator em que, segundo ele, o senador Demóstenes Torres defende Cachoeira e os jogos ilegais:

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 20h04
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VAI COMEÇAR, FAÇAM SUAS APOSTAS, CPI VAI COMEÇAR!!!

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 19h59
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Falcão defende convocação de Perillo, mas exclui Agnelo e Cabral

Presidente do PT disse que a CPI é importante para mostrar ao eleitor que “nosso governo não dá tréguas à corrupção”

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse nesta sexta-feira que o único governador que deve, por enquanto, ser convocado pela CPI do Cachoeira é o goiano Marconi Perillo, do PSDB. Embora tenha defendido o aprofundamento das investigações, Falcão excluiu o petista Agnelo Queiroz (DF) e o aliado Sérgio Cabral, PMDB-RJ) da lista.

“É possível que em determinado momento eles (parlamentares da CPI) possam convocar algum governador, principalmente o Marconi Perillo do PSDB”, disse o presidente do PT. Questionado se o tucano é o único da lista, Falcão respondeu: “pelos dados apresentados até agora, sim”.

Em entrevista, o presidente do PT argumentou que grampos telefônicos não são suficientes para comprovar o envolvimento “nem do Marconi” com o esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Pouco antes, em discurso a prefeitos e parlamentares do PT paulista em um hotel na Grande São Paulo, Falcão acusou Perillo de ter recebido R$ 500 mil do esquema em uma caixa de computador.

 

No discurso, cujo tema foi tática eleitoral, Falcão disse que a CPI é importante para mostrar aos eleitores que “nosso governo não dá tréguas à corrupção”.

Ele admitiu que os candidatos de partidos atingidos pelas investigações devem sofrer desgaste eleitoral, mesmo que não tenham vínculo algum com o esquema de Cachoeira.

Ao citar o senador Demóstenes Torres (sem partido, GO), Falcão fez questão de lembrar que “até um mês atrás ele era do DEM”.

Falcão também aproveitou as ligações entre Cachoeira e um jornalista, reveladas em grampos da Polícia Federal, para cobrar a criação de um marco regulatório para a mídia.

O presidente do PT incluiu setores da imprensa entre os adversários a serem vencidos nas eleições municipais deste ano e vinculou a grande mídia aos bancos, alvos de críticas recentes da presidenta Dilma Rousseff. Segundo Falcão, alguns órgãos de imprensa estão “conjugados” ao sistema financeiro, com quem teriam interesses comuns.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 19h52
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Membros da CPI do Cachoeira serão vigiados ao checar documentos

Medidas de segurança seguem recomendação do STF e incluem monitoramento, gravação nas consultas e até proibição de celulares

Agência Brasil

Desde os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios, em 2005, nenhuma outra comissão investigativa do Congresso teve cuidado tão rigoroso com a preservação do sigilo de documentos encaminhados pela Justiça quanto a CPMI do Cachoeira . As medidas incluem acesso restrito aos integrantes da comissão, que serão monitorados e gravados nas consultas e não poderão portar celulares ou outros aparelhos que capturem imagem.

Os deputados e senadores integrantes da CPMI poderão consultar os inquéritos das operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, já digitalizados, por meio de três terminais de computadores. O trabalho será realizado numa pequena sala com menos de dez metros quadrados e os parlamentares não poderão estar acompanhados por assessores.

O presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), destacou em ofício enviado à Subsecretaria de Apoio às Comissões Especiais e Parlamentares de Inquérito, encarregada da guarda dos documentos, que as medidas de segurança obedecem às orientações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski. O ofício recomenda que "o exame das cópias enviadas fique restrito à CPMI, que deverá adotar rígidas providências para que seu conteúdo não seja indevidamente divulgado".

Além disso, a Polícia do Senado e a Secretaria Especial de Informática (Prodasen) foram encarregadas por Vital do Rêgo de coordenarem a implantação das medidas.

Ao contrário do que aconteceu na comissão parlamentar de inquérito dos Correios, os parlamentares não poderão tirar cópias dos documentos resguardados pelo segredo de Justiça e que descreveriam o funcionamento e ramificações do suposto esquema de corrupção e exploração de jogos ilícitos comandado pelo empresário goiano Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Ficou decidido também que os integrantes da CPMI do Cachoeira serão gravados e monitorados enquanto estiverem na sala da Subsecretaria de Apoio às Comissões Especiais e Parlamentares de Inquérito na qual os documentos serão consultados.

O parlamentar terá à sua disposição, nessa sala, apenas canetas esferográficas e papel em branco para as anotações que considerar pertinentes. Ao mesmo tempo, por determinação da presidência da CPI, os deputados e senadores terão que deixar aos cuidados dos servidores encarregados de proteger a sala aparelhos celulares ou qualquer outro equipamento que disponha de câmara fotográfica ou filmadora capaz de reproduzir imagens.

Outra norma de segurança adotada foi o lacre de todas as entradas do tipo USB dos computadores. Essas entradas permitiriam a gravação dos documentos por meio eletrônico, conhecido como pen drive. Os terminais também estarão desconectados da internet.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 19h20
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Em dois dias, governistas recolhem 208 assinaturas para criar CPI da Cachoeira

 Enquanto a oposição se esforça para conseguir assinaturas de dissidentes da base aliada para criar a CPI da Saúde, deputados governistas apresentaram nesta terça-feira as assinaturas suficientes para instalar outra CPI, a que irá investigar as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com parlamentares, deflagrada pelas denúncias envolvendo o senador Demóstenes Torres (DEM-GO)

Com 208 assinaturas, o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) batizou a comissão de CPI da Cahorreira.

Ele acredita que o bicheiro tenha guardado um acervo de vídeos comprometedores com autoridades públicas e parlamentares.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 19h14
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Cachoeira já está preso há 37 dias

Nesta quinta-feira completam-se 37 dias que o contraventor do jogo do bicho Carlinhos Cachoeira está preso.

Confinado pela Polícia Federal, ainda não foi divulgada nenhuma declaração de Cachoeira sobre o escândalo de corrupção envolvendo parlamentares.

Caso seja confirmada, na próxima semana, a instauração de uma CPI na Câmara para investigar o caso, será inevitável uma convocação do bicheiro.

Autor do requerimento de CPI, o deputado e delegado Protógenes Queiros acredita que, na CPI, há chances de Cahoeira revelar, em cadeia nacional, detalhes do relacionamento de sua rede criminosa com outros parlamentares.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 19h12
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Abertura oficial da campanha antiaftosa acontece hoje


O governador Marconi Perillo e o presidente da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), Antenor Nogueira, abrem oficialmente hoje, às 9 horas, a primeira etapa da Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa, na Fazenda Parama, no município de Corumbá de Goiás. Desde o dia 1º de maio os criadores já vacinam o rebanho e a expectativa da Agrodefesa é imunizar mais de 21 milhões de cabeças contra a aftosa, ou seja, 98% do rebanho bovino goiano. O período de imunização segue até o dia 31 de maio. A vacinação é obrigatória para todos os bovinos e bubalinos. Na última campanha realizada em novembro do ano passado a cobertura vacinal foi de 97,98%.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 10h43
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Goiás com céu claro a parcialmente nublado


Sexta-feira de céu claro a parcialmente nublado em Goiás. A previsão do tempo é do Sistema de Meteorologia e Hidrologia do Estado. De manhã e à noite, as temperaturas devem continuar baixas em quase todas as regiões goianas. Em Goiânia, a temperatura pode variar de 16º a 30º e a  umidade relativa do ar fica entre 85% e 40%. No Sudoeste, o dia começou com mínima de 16º e à tarde os termômetros podem marcar até 31º. No Norte o clima permanece quente e a temperatura pode chegar a 33º.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 10h29
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Álvaro Dias cobra do Senado voto aberto para cassação de mandato

Agência Senado / Waldemir BarretoÁlvaro Dias espera que a PEC seja aprovada antes da votação do processo de Demóstenes

O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PSDB-PR), cobrou nesta quinta-feira do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), e da presidente em exercício, Mara Suplicy (PT-SP), que coloquem em votação a PEC que acaba com o voto secreto em plenário para a cassação de mandato parlamentar por quebra de decoro.

O senador afirmou ainda que, se houver vontade política da Mesa, a PEC poderá ser aprovada antes da votação do processo do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).

"O substitutivo já está em processo de votação no plenário, já transcorreram as cinco sessões de discussão e agora só falta votar. Mas há dois anos está parado. Já fui na tribuna duas vezes cobrar a inclusão na pauta desde que começou o caso Demóstenes, mas ninguém se manifesta ou toma a iniciativa de incluir na ordem do dia para a conclusão da votação", disse.

Dias explicou que a PEC original, de autoria do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), previa o fim do voto secreto para casos de quebra de decoro, mas outras duas propostas - do ex-senador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e do senador Paulo Paim (PT-RS) - mantendo o voto secreto apenas para votações de veto e eleição da Mesa, foram apensadas no substitutivo.

"É importante manter o voto secreto nesses dois casos para proteger o parlamentar da pressão do Governo. Mas não justifica manter para cassação de mandato. O eleitor quer saber como está votando seu senador ou deputado nos casos de quebra de decoro parlamentar", declarou.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 09h45
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Irmão de Nelson Piquet é preso suspeito por dano ambiental no DF

Ele é responsável por desmatamento em área de preservação, diz polícia.
Ninguém da família Piquet quis comentar o assunto.

O irmão do ex-piloto Nelson Piquet foi preso suspeito de ser responsável pelo desmatamento de uma área de preservação ambiental em Brasília, segundo reportagem do Bom Dia DF. No local estava sendo ampliada uma pista de pouso e decolagem de aviões.

A pista fica a 3,5 quilômetros da Ponte JK, na Fazenda Piquet, atrás do condomínio Solar Brasília. A área destinada ao tráfego de aviões já existia e era regulamentada, tinha aproximadamente 760 metros de extensão. Mas estava sendo ampliada, segundo a Delegacia do Meio Ambiente, em mais 100 metros em uma área de preservação permanente da bacia de São Bartolomeu.

A polícia detectou a destruição da mata quando sobrevoava a região para identificar possíveis pontos de parcelamento irregular. Encontrou um desmatamento de quatro quilômetros quadrados. De acordo com a polícia, a obra foi iniciada há um mês, sem licença e sem um estudo de impacto ambiental.

Na fazenda de propriedade da família do ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet foram encontrados vários funcionários além de um maquinário que fazia a remoção de terra e terraplanagem para a ampliação da pista de pouso.

Segundo o delegado Ivan Francisco Dantas, o irmão do piloto, responsável pela obra, foi preso em flagrante por dano ambiental, um crime inafiançável. Ele pode pegar de um a cinco anos de prisão.

“O flagrante foi concluído e será encaminhado para a esfera judicial. Só na fase judiciária esse crime pode ser fiançável e é também passível de liberdade provisória”, explica o delegado.

A polícia já abriu inquérito para investigar o caso. Ninguém da família Piquet quis comentar o assunto.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 09h34
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CARTA DE UM POLICIAL CIVIL DE GOIÁS À UGOPOCI.

Boa tarde,

Sou Policial Civil filiado à UGOPOCI e acho que seria interessante a divulgação da informação aos colegas:

Policial Civil tá recebendo menos que cachorro por hora extra (quando recebe)!!

Trecho publicado no Jornal Opopular, dia 22 de abril de 2012, pág. 24, que fala quanto custou para o Estado o primeiro jogo do Vila e Goiás pela semi-final do Goianão (grifo meu):

O custo da operação é elevado, atingindo o valor de R$ 91.770,00. Alguns detalhes chamam a atenção, como, por exemplo, o preço estipulado pelo Código Tributário do Estado de Goiás para a utilização de animais no policiamento, que é de 20 reais por hora para cada um, enquanto cada policial (Militar) recebe 15 reais pelo mesmo período trabalhado, desde que seja hora extra

No trecho seguinte o próprio comandante do policiamento na capital Tenente Coronel Márcio Queiroz, diz não entender o porquê desses valores o que causa desconforto até mesmo dentro da própria PM:

Não sei em que bases trabalharam para chegar a estes valores e não tenho uma resposta convincente para esta situação

O Policial Civil por hora extra trabalhada ganha R$ 12,00 (quando recebe) correto?

Porque eu tenho 10 anos de Policia Civil e NUNCA recebi!


PERGUNTA QUE NÃO CALA.

PARA QUE ESSE DINHEIRO PARA OA CACHORROS, SERÁ QUE É PARA ELES TOMAREM UM CHOPP DEPOIS DO JOGO PARA RELAXAR?

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 09h30
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Cantor Tinoco morre aos 91 anos

Segundo filho e empresário, sertanejo lutava contra enfermidade 'gravíssima'

 

  Cantor morreu nesta sexta-feira em São Paulo

Morreu, aos 91 anos, à 1h40 desta madrugada de sexta-feira, no Hospital Municipal Doutor Ignácio Proença de Gouvêa, na Mooca, zona leste da capital paulista, o cantor sertanejo José Perez, mais conhecido como Tinoco, da dupla Tonico e Tinoco, que se desfez em 1994 com a morte de Tonico, seu irmão. 

Segundo José Carlos Perillo Perez, filho e empresário do cantor, o pai não vinha lutando contra alguma enfermidade considerada "gravíssima" e passou mal na tarde de quinta-feira (dia 3), quando foi internado no hospital, onde deu entrada com crise respiratória por volta das 15h.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 09h26
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Escândalos
Confira em que escândalos esse personagem se envolveu – e sua participação em cada um
  • Caso Waldomiro Diniz
    • Envolvimento

      O bicheiro Carlos Augusto Ramos, vulgo "Carlinhos Cachoeira", foi o alvo do achaque de Waldomiro Diniz. Em troca da propina, Cachoeira ("Charlie Waterfall", para o New York Times) teria seu monopólio sobre as máquinas de apostas lotéricas on-line preservado.

      O que aconteceu

      O caso Waldomiro foi investigado em CPI da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, que degenerou em novo escândalo. Cachoeira foi alvo de novo achaque, desta vez do deputado peemedebista André Luiz, que tentou arrancar 4 milhões de reais do bicheiro com a promessa de livrá-lo da CPI. "São quarenta deputados a 100 cada um. Dá 4 milhões", explicou André Luiz, em nome de parlamentares da Alerj, ao publicitário Alexandre Chaves, sócio de Carlos Cachoeira. André Luiz foi expulso do PMDB e cassado. Em 29 de fevereiro de 2012, Cachoeira foi preso em sua casa em Goiânia em uma operação da Polícia Federal, que o apontou chefe de uma quadrilha que explora máquinas de caça-níqueis em Goiás. No dia seguinte, foi condenado pela Justiça do Rio por corrupção e fraude contra a lei de licitações, junto com Waldomiro Diniz. Cachoeira recebeu pena de 8 anos de reclusão, 2 anos e 6 meses de detenção, 160 dias-multa (sendo que o valor de cada dia-multa é o de um salário mínimo) e multa de R$ 85 mil. 

      Atualizado em 17/04/2012

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 08h42
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Parlamentares terão acesso a material sigiloso da CPI a partir de segunda

 

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito mista que investiga as relações de agentes públicos e privados com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), divulgou, nesta quinta-feira (5), as regras para o acesso de parlamentares ao material sigiloso em poder da CPI.

Os documentos, provenientes das operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, compartilhados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com a CPI, poderão ser lidos pelos integrantes da comissão, a partir da próxima segunda-feira (7), das 9h às 20h. O acesso será feito em uma sala do subsolo da ala Alexandre Costa que está sendo preparada com rigorosos procedimentos de segurança e de proteção aos dados. A intenção é evitar que quaisquer informações possam ser transmitidas ou reproduzidas. Haverá três computadores à disposição dos parlamentares.

O acesso à sala de consulta aos dados só será permitido ao parlamentar sem portar aparelho de telefonia celular ou qualquer outro que disponha de câmara fotográfica ou filmadora e que possibilite a reprodução de imagem ou de mídia. Ele também deverá, previamente, assinar termo de responsabilidade, visando a preservar o sigilo das informações compartilhadas.

No documento divulgado, Vital do Rêgo explicou que as normas estabelecidas para o acesso aos dados decorrem da necessidade de a CPI ater-se às regras de preservação das informações sigilosas. O cuidado para que “o exame das cópias enviadas fique restrito à CPMI” também foi determinado pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator do inquérito no Supremo.

Depoimentos

A primeira reunião administrativa da Comissão Parlamentar de Inquérito ocorreu na última quarta-feira (2), quando o plano de trabalho apresentado pelo relator da comissão, deputado Odair Cunha (PT-MG), foi aprovado.

Para a próxima terça-feira (8), está marcado o depoimento do delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Marques Sousa, responsável pela investigação da Operação Vegas. Dois dias depois serão ouvidos o delegado Matheus Mella Rodrigues e os procuradores da República Daniel de Rezende Salgado e Lea Batista de Oliveira, responsáveis pela investigação da Operação Monte Carlo.

O depoimento do principal investigado, o bicheiro Carlos Augusto Ramos, será no dia 15, depois das oitivas dos delegados e procuradores responsáveis que atuaram nas operações da Polícia Federal batizadas de Vegas e Monte Carlo, que investigaram o empresário. O senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) deve ser ouvido no dia 31 de maio.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 08h36
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Veja a íntegra do relatório de Humberto Costa, PEDIDO DE CASSAÇÃO DO SENADOR DEMÓSTENES TORRES (SEM PARTIDO)

http://www12.senado.gov.br/noticias

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 08h33
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Senador abrigou no seu gabinete servidora demitida por Peluso Compartilhar

Envolvido com o contraventor Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) não negligenciou suas relações com a cúpula do Poder Judiciário, mais especificamente o Supremo Tribunal Federal (STF), onde possui foro e será julgado criminalmente. Depois de ver o então presidente do STF, Cezar Peluso, constrangido a demitir a assessora Márcia Maria Rosado de um cargo de confiança no tribunal, o senador a contratou para outro cargo comissionado no Senado.

Peluso havia nomeado Márcia Maria Rosado e o marido dela - José Fernando Nunes Martinez - para postos de confiança logo depois de assumir a presidência do Supremo. A contratação de ambos, que não tinham vínculo com o STF, desrespeitaria a súmula aprovada pelo próprio STF, que vedou a prática do nepotismo. Por isso, Peluso foi obrigado a exonerá-la em julho de 2010.

Meses depois, Maria Rosado foi nomeada assistente parlamentar com lotação no gabinete de Demóstenes. Quando eleito líder do DEM na Casa, o senador levou Maria Rosado para a liderança da legenda, onde ela permanece mesmo após a renúncia do senador à liderança.

Peluso afirmou que ele não pediu a Demóstenes que contratasse Maria Rosado. 'Como também não sabia que ela tinha ido pra lá', afirmou o ministro.

Por meio da assessoria do DEM, Maria Rosado afirmou que no passado levou seu currículo para ser avaliado e Demóstenes teria decidido contratá-la por causa de sua experiência profissional. Ela negou qualquer relação entre sua saída do STF e a nomeação no Senado.

Contatos. Com esse tipo de ação e por ter sido presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Demóstenes montou uma rede de contatos no Judiciário. Nas gravações feitas pela Polícia Federal, o senador ressalta que é importante para ele e Cachoeira manter relações próximas com integrantes dos tribunais superiores.

Demóstenes tentaria usar esses contatos a favor dos interesses do esquema. Na época das gravações, comentou um ministro do tribunal, não era possível imaginar que Demóstenes usaria a porta aberta com integrantes da Corte para auxiliar a atuação de Cachoeira.

A defesa do senador informou, em nota ao Estado, que recebeu o currículo de Maria Rosado, 'dentre tantos outros diariamente recebidos em seu gabinete, tendo este se destacado pela qualidade'. Afirma ainda que o parlamentar 'jamais empregou alguém a pedido de qualquer Ministro' e que ela 'correspondeu plenamente às expectativas'.

O senador Humberto Costa (PT-PE) pediu ontem a abertura de processo por quebra de decoro contra o colega Demóstenes Torres (ex-DEM, atualmente sem partido). A tendência é que o Conselho de Ética aceite, na semana que vem, o pedido do relator e leve adiante o procedimento disciplinar.

Será o primeiro passo para a cassação do mandato de Demóstenes, apontado pela operação Monte Carlo, da Polícia Federal, como um dos integrantes da organização do contraventor Carlos Augusto Ramos, conhecido por Carlinhos Cachoeira.

A votação do relatório de Humberto Costa com o pedido de abertura de processo está marcada para a próxima terça-feira. Se a vontade dele for seguida, será o primeiro processo aberto contra um senador desde 2007, quando Demóstenes ainda se posicionava como um dos principais defensores da ética na Casa.

Em um parecer de 63 páginas, o relator argumentou que Demóstenes 'faltou com a verdade', o que configura quebra de decoro, ao afirmar que foi contra a legalização dos jogos de azar no País e só mantinha 'relações sociais' com Cachoeira, em discurso feito em 6 março último, no plenário do Senado. Na ocasião, Demóstenes subiu à tribuna para explicar o recebimento de presentes de casamento de Carlinhos Cachoeira.

Com base em discursos feitos por Demóstenes ao longo dos últimos nove anos, quando tomou posse em seu primeiro mandato de Senado, o relator citou a votação de Medida Provisória número 168, que proibia o jogo de bingo e caça níqueis no País, mas acabou derrubada no Senado.

Demóstenes Torres foi um dos senadores que votaram contra a MP, em maio de 2004. Em seu relatório, Costa lembrou que Demóstenes não pôs em votação projeto que criminalizava os jogos de azar, entre 2009 e 2010, quando foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Quando o projeto foi votado, Demóstenes faltou.

Nas alegações finais em que pede abertura de processo disciplinar, o relator afirmou ainda que Demóstenes teria conhecimento das atividades ilícitas de Cachoeira. Costa argumentou que, como ex-procurador de Justiça e ex-secretário de segurança de Goiás, Demóstenes não tinha como desconhecer as atividades de 'contravenção' de Cachoeira alardeadas durante a CPI dos Bingos do Senado, em 2006.

Para pedir a abertura do processo, Costa acusou Demóstenes de ter recebido 'vantagem indevida' ao aceitar um aparelho de rádio-celular Nextel do contraventor. Este foi um dos aparelhos de telefone grampeados pela Polícia Federal, a partir do qual foram detectadas quase 300 conversas entre Cachoeira e Demóstenes.

Dizendo-se surpreendido com o teor do relatório, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro tentou ganhar tempo e pediu novo prazo de defesa. O pedido foi negado pelo presidente do Conselho de Ética, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). 'Fui surpreendido com um relatório em que 80% dele não consta da representação feita pela PSOL. Esse relatório traz coisas que eu desconhecia.'

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 08h19
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NÃO VIROU AS COSTAS PARA CACHOEIRA

Deputado afirma no plenário que é amigo de Cachoeira e quer ir à CPI

Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) destacou aniversário do bicheiro.
'Está preso aí na Papuda. Faz 49 anos e é meu amigo pessoal', declarou.

Vitor Matos Do G1, em Brasília


O deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) (Foto: Beto Oliveira / Agência Câmara)O deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) (Foto:
Beto Oliveira / Agência Câmara)

O deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) afirmou nesta quinta (3), no plenário da Câmara, que é amigo de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e que quer ser ouvido pela CPI mista instalada para investigar as relações do bicheiro com políticos e empresários.

Segundo a Polícia Federal, Leréia é um dos deputados que tem envolvimento com o bicheiro, conforme gravações de escutas telefônicas. Por conta das relações com Cachoeira, o parlamentar responde a inquérito em tramitação no Supremo Tribunal Federal.

“Meu nome é citado várias vezes como uma pessoa que falou frequentemente com o senhor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, que, por sinal, faz aniversário hoje”, disse Leréia durante a sessão desta quinta. “Está preso aí na Papuda. Faz 49 anos e é meu amigo pessoal”, afirmou.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 08h08
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Quinta-feira , 03 de Maio de 2012


A CPI do Cheval Blanc de Demóstenes

Anton Ego: Cheval Blanc 1947 virtual

O que têm em comum o crítico gastronômico Anton Ego, personagem do desenho animado Ratatouille, e o senador sem partido por Goiás Demóstenes Torres? Ambos têm, além de gosto apurado por vinhos finos, uma certa queda pelo Château Cheval Blanc 1947, um dos melhores Bordeaux produzidos no planeta. O primeiro saboreou sua garrafa no restaurante Gusteau’s, cenário da animação da Pixar, e achou perfeita a combinação com a carne. O segundo não se sabe se chegou a desarrolhar suas garrafas do nobre tinto, mas quando o fizer com certeza deve fruir uma cachoeira de sensações. Isso se o caldo de St. Emilion não estiver bouchonné quando for aberto…

Os vinhos finos, raros e caros são um fetiche dos poderosos – mais ainda daqueles recém-alçados a esta posição. Por ser um símbolo de status de reconhecimento fácil, são também um fetiche da mídia quando acompanham personagens suspeitos do mundo dos negócios e das negociatas. É sopa no mel.

A estrela da vez é o Cheval Blanc 1947 encomendado pelo senador Demóstenes Torres ao contraventor e muy amigo Carlinhos Cachoeira.  Áudios da operação Monte Carlo, da Polícia Federal, revelam que em agosto de 2011 o senador goiano encomendou ao assessor de Cachoeira,  Gleyb Ferreira da Cruz, cinco garrafas da preciosidade da região de St. Emilion: “Mete o pau aí. Para muitos é o melhor vinho do mundo, de todos os tempos. Passa o cartão do nosso amigo aí (Cachoeira), depois a gente vê”. Indignação, revolta,  o vinho entrou para o banco dos réus.

Demóstenes sabe das coisas. Para o critico Robert Parker a safra faz parte da “esplêndida trilogia de 1949, 1948, e 1947” dos rótulos produzidos pelo château de Bordeaux.  A barganha, realizada em Los Angeles, nos Estados Unidos, saiu por 14.000 dólares. Uma rápida pesquisa no diretório de buscas Wine-Searcher aponta garrafas do Cheval Blanc 1947 desde 3.000 até 25.000 dólares!  Uma pechincha perto de uma garrafa de 6 litros, também chamada de imperial, de um Château Cheval Blanc 1947 encontrado em uma adega secreta de um grande colecionador, que foi leiloada por US$ 304.375 em 2010.

Políticos e vinhos

Vinho, política e poder caminham juntos desde sempre. Desde a Grécia antiga, passando pelo Império Romano até as recepções oficiais da ONU, da Casa Branca e do Itamaraty. Mas também frequentam os gabinetes de lobistas e dão uma mão de verniz nos brindes das negociatas de sempre. É famosíssima, por exemplo, a adega do deputado Paulo Maluf, com sua vasta coleção dos borgonhas da Domaine Romanée-Conti. Aubert De Villaine, seu produtor, declarou em entrevista a este blog sua surpresa após uma visita ao ex-prefeito de São Paulo, em 1995: “Maluf tinha algumas safras antigas que nem nós temos mais na nossa adega, na Domaine.” E perguntou: “O que aconteceu com o senhor Maluf? Ele foi preso, não?” Maluf foi preso e solto mas ainda permanece na lista dos mais procurados da Interpool por suposto desvio de US$ 11,6 milhões.  O vinho mais caro vendido na história, de alguma forma, também está ligado a um político. Uma garrafa de Lafitte (hoje conhecido como Château Lafite Rothschild), da safra de 1787 e pertencente à coleção do presidente americano Thomas Jefferson, foi arrematada por US$ 160 mil em 1985 pelo milionário Malcolm Forbes.

Demóstenes Torres: Cheval Blanc 47 de verdade

O senador Demóstenes e Carlinhos Cachoeira, revelam as escutas agora, eram bastante próximos e seus encontros eram regados a um bom tinto. O senador tem uma adega repleta de rótulos raros e exclusivos – é um apreciador da bebida, hábito que geralmente exige uma certa quilometragem de rótulos provados. A única vez que pude observar o senador de perto, em um restaurante de Brasília, ele saboreava um tinto italiano de bom pedigree que descansava em um decanter em sua mesa.

Demóstenes, o original grego, foi um politico de Atenas que se destacou pela oratória. Foi  condenado ao ser corrompido por um ministro de Alexandre e foi preso. Conseguiu escapar. Demóstenes, o homônimo goiano, também brilhou na tribuna do Congresso em Brasília e seu “discurso ético” encantou uma parcela da nação que se viu preplexa com as revelações dos áudios da Polícia Federal. O vinho caro, adquirido de maneira ilícita, foi a cereja no bolo. O problema, claro, não foi o vinho. É ético, e não etílico. E o Cheval Blanc entrou na dança.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 17h54
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LULA, LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

“Faz sete meses que eu não falo”, afirmou. “Vou ler o mais rápido possível para a garganta permitir que eu termine”.

Em seu discurso, Lula afirmou que está otimista com os rumos do país. “Era otimista como presidente da República. Continuei otimista com a presidenta Dilma. Estou mais otimista agora ainda. Esse país está preparado para se tornar uma das maiores nações do mundo”.

 

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h08
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Em Goiânia,  o bairro Goiania2 é um bairro que logo estará tomado por centenas de novos moradores, só que nenhum desses novos e futuros moradores deu uma olhada na infraestrutura do bairro. Não há nada no bairro Goiânia2, não existem, Escolas, Farmácia, Posto de Saúde, Comércio, Loterias,  iluminação pública é de baixa qualidade e as noites são escuras devido as lâmpadas amarelas que percorrem as ruas, causando um desconforto terrível aos moradores, pois o medo e a insegurança acompanham esse infortúnio. O que se vê é um batalhão dos bombeiros na parte nova e um batalhão da PM do outro lado da Perimetral norte, mais nada, não existe qualquer melhoria neste bairro, parece um deserto, esquecido por todos.  

No bojo de tudo isso, a sensação de que a cidade cresceu demais e de maneira desorganizada, com impactos negativos sobre o acesso aos bens e serviços, à infraestrutura, à qualidade de vida e ao exercício da cidadania. É, de fato, ao crescimento explosivo, fora de controle, em última instância, que muitos goianos atribuem a maioria das mazelas da cidade e dos gestores. As autoridades nunca olharam para o lado norte de qualquer cidade, Goiânia não é diferente, existem políticos morando no bairro Goiania2, só que nunca fizeram nada, só mentira, falsas promessas, enganação, e  aparecem em época de eleição para pedir voto, isso sabem fazer com sorriso nos lábios, agora, ajudar no desenvolvimento e o crescimento nunca fizeram nada, lembrei de algo que fazem, colocam faixas pelo bairro dizendo que obras do Governo Estadual ou Federal  são obras idealizadas por eles, por vereadores, e uns dois deputados de oposição que nunca contribuíram em nada pelo bairro, como se fossem eles os idealizadores, achando que o povo é besta rsrs. Existe um vereador que acha que somos bobos, que iremos desperdiçar o voto com falsas promessas, mentiras e embromação, com faz todos os anos de eleição.

Cuidado ao adquirir imóveis no bairro, irão amargar muitas realidades que moradores antigos reinvidicam  a muito tempo e nunca conseguiram nada, investimento em um lugar como esse  pode ser prejuízo na certa.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 15h51
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Sancionada lei que cria nova aposentadoria para servidores

Rodrigo Baptista, Paola Lima

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (2) a Lei 12.618/12 que institui a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp). A norma foi sancionada pela presidente da República, Dilma Rousseff, na segunda-feira (30). A votação da proposta foi concluída em março pelo Senado.

De acordo com as regras, novos servidores federais não terão mais a garantia de aposentadoria integral com valores acima do teto do Regime Geral da Previdência Social, que é de R$ 3.916,20. Isso valerá para aqueles que ingressarem no serviço público federal a partir da criação da primeira das três entidades fechadas de previdência privada, previstas na lei - uma para cada Poder da República: Executivo, Legislativo e Judiciário.

São elas a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp-Exe), Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Legislativo (Funpresp-Leg) e Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário (Funpresp-Jud).

A criação das entidades deve ocorrer até 180 dias após a publicação da lei no Diário Oficial da União. As fundações serão administradas de forma compartilhada entre representantes dos servidores e do Poder a que se referem, compondo os conselhos deliberativo e fiscal.

 Novos servidores

A adoção do novo regime previdenciário será obrigatória para os servidores que ingressarem no serviço público a partir do início de funcionamento de cada uma das novas entidades. Mas a adesão às entidades de previdência complementar será opcional.

Do novo servidor será descontado no contracheque 11% até o limite de R$ 3.916,20. Esse será o teto tanto para a contribuição quanto para a aposentadoria e pensão – semelhante ao modelo já adotado para os trabalhadores da iniciativa privada, abrigados no Regime Geral da Previdência Social (RGPS).

Quem ganha acima desse valor e quer aposentadoria ou pensão correspondente à sua remuneração deverá contribuir para o fundo de pensão do Poder para o qual trabalha. Haverá uma contrapartida do empregador, seja Executivo, Legislativo ou Judiciário, no mesmo percentual do empregado. A contrapartida do empregador, no entanto, será limitada a 8,5% do valor do salário que exceder os R$ 3.916,20.

Quem ganhar menos do que R$ 3.916,20 poderá contribuir para o fundo e, assim, conquistar o direito a uma previdência complementar, mas sem a contrapartida da União.

Servidores Atuais

Os atuais servidores e aqueles que ingressaram no serviço público até o dia anterior à entrada em vigor do novo regime também poderão optar por ele, se for de seu interesse. Para isso, terão prazo de 24 meses para se decidir. A migração para o novo modelo, porém, será irrevogável.

Em compensação, os que migrarem terão direito a receber, quando se aposentarem, uma parcela referente ao período em que contribuíram pelo antigo regime previdenciário. Denominada de benefício especial, essa parcela equivalerá à diferença entre a remuneração média do servidor e o teto do RGPS, calculada proporcionalmente ao tempo de contribuição que ele tem no regime previdenciário da União.

Vetos

A presidente Dilma Rousseff vetou dois artigos que se referem à organização dos fundos: o que previa que dois dos quatro integrantes da diretoria de cada fundo fosse eleito diretamente pelos participantes e o que previa mandato de quatro anos para esses dirigentes eleitos.

A lei prevê que os quatro dirigentes sejam indicados pelo conselho deliberativo de cada fundo, composto por seis pessoas, que serão designadas pelos presidentes de cada Poder - a presidente da República, no caso do Executivo; o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do fundo do Judiciário; e, por ato conjunto dos presidentes de Câmara e Senado, no caso do fundo do Legislativo.

Dilma também vetou artigo que determinava autorização do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para aprovação do estatuto do Funpresp-Jud, adesão de novos patrocinadores e instituição de planos do Judiciário. Pela versão sancionada, tal exigência cabe apenas ao STF.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 09h21
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Caso Cachoeira chega a mais um Estado

Escutas da PF mostram contraventor negociando com integrante do primeiro escalão do governador de SC

BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

Investigações da Polícia Federal mostram que a organização de Carlinhos Cachoeira tinha conexões no governo de Santa Catarina e negociava uma obra com integrante do primeiro escalão da equipe do governador Raimundo Colombo (PSD, ex-DEM). O secretário de Comunicação, Ênio Branco, aparece nas escutas como elo entre o Estado e o grupo do contraventor, que recorreu a ele com o objetivo de obter contrato para a construção de uma rodoviária em Florianópolis (SC).

O inquérito da Operação Monte Carlo revela que houve negociações entre Branco e emissários de Cachoeira em várias ocasiões, ao longo de 2011. Além de ter participado de reuniões de interesse do contraventor, intermediadas pelo senador Demóstenes Torres, o secretário teria acertado com a organização uma parceria público-privada (PPP) para erguer o terminal.

À época, Branco comandava a SC Participações (SCPar), estatal catarinense que cuida justamente dessas parcerias. Segundo as gravações, Cachoeira trabalhava para que a Artec, construtora sediada no Distrito Federal e responsável pela rodoviária de Brasília, obtivesse o contrato. A empresa diz ter sido sondada pela Delta Construções, ligada a Cachoeira, para a reforma de um terminal no Estado.

Num grampo de 8 de agosto do ano passado, às 15h04, Cachoeira diz a um de seus aliados, o ex-vereador de Goiânia Wladimir Garcez, que o acerto para a obra já estaria costurado com Branco: "É pra procurar urgentemente o Ênio, tá? O Ênio quer fazer um negócio lá, a rodoviária. Já falou com o governador, o governador já liberou e o trem tá com ele", explicou. "Nossa Senhora, beleza! Vou ligar pra ele aqui, tá?", comemora Garcez.

As investigações mostram que Demóstenes também atuou agendando audiências de um aliado de Cachoeira com o então presidente da SCPar. Em 7 de julho, o contraventor telefona para o senador e pede que marque a reunião para o argentino Roberto Coppola, apontado pela PF como empresário do ramo de caça-níqueis e seu parceiro na abertura de empresas e sites de jogos. O senador atende prontamente e retorna, dando o endereço da estatal, no Centro Administrativo de Santa Catarina.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 09h02
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MASCARAS ESTÃO CAINDO

Sandes Jr. pediu patrocínio para time do filho

03 de maio de 2012 | 7h 33
ALANA RIZZO E FÁBIO FABRINI - Agência Estado

Investigado por suas relações com Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o deputado federal Sandes Júnior (PP-GO) também pediu ao contraventor goiano ajuda para bancar viagem ao exterior do time de futebol em que joga o seu filho adolescente.

Numa conversa gravada pela Polícia Federal em 28 de abril do ano passado, o parlamentar apela a Carlinhos Cachoeira para que o contraventor consiga, com a cúpula do Laboratório NeoQuímica, de Anápolis (GO), R$ 150 mil para que os jogadores do Colégio Podium, de Goiânia, participem de competição em Orlando, nos Estados Unidos. O filho de Sandes também viajaria com a equipe.

?Preço baixo?

"Será que você não consegue que a NeoQuímica, que já patrocina o Goiás, patrocinar nós (sic)?", questionou o deputado. "É R$ 150 mil com despesa de passagem, hotel, tudo. Eles conseguiram um preço muito baixo", argumentou o deputado Sandes Júnior.

As escutas mostram que Cachoeira não se entusiasmou com o pedido: "Pode ser. Vou ver com o Marcelo". O deputado alega, então, ter pressa: "Tá, mas a resposta tem de ser até amanhã, viu?"

Sandes pediu a Cachoeira, no ano passado, patrocínio para bancar uma pesquisa de intenção de voto à Prefeitura de Goiânia. Ele fazia lobby para ser vice numa eventual chapa do senador Demóstenes Torres (sem partido, GO), acusado de envolvimento no esquema. A sondagem, entretanto, não se concretizou, segundo o deputado, porque Cachoeira considerou o momento inadequado.

Procurado pela reportagem, o deputado federal informou que o patrocínio para a viagem também não vingou. Segundo ele, naquela ocasião, o laboratório já havia fechado a programação de auxílios para o ano. "Não saiu e os meninos não foram (para Orlando). Ele (Carlos Cachoeira) tentou e não conseguiu", explicou o deputado. "Pedi para todos do time, não só para o meu filho", acrescentou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 08h03
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Bovespa +0,98% 62,423 (17h17)

Nasdaq +0,30% 3059,85 (16h05)

Ouro 250 g BMF -0,29% 100,5 (17h59)

CAC&FR +1,23% 3266,3 (06h40)

DAX +1,03% 6780,23 (06h40)

Dólar com. +0,94% R$ 1,9250 (17h04)

Euro +0,64% R$ 2,5187 (17h54)

Fonte: CMA

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 07h55
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Discurso e atitudes

O relatório de Humberto explora também contradições entre o discurso moralizador de Demóstenes, declarando-se contrário à exploração do jogo, e suas atitudes como senador. Uma parte do texto concentra-se em mostrar como o senador goiano agiu, como parlamentar, para atender a interesses do bicheiro no Congresso Nacional.

Fazendo a relação entre as atitudes de Demóstenes e os presentes de casamento que ganhou do bicheiro, Humberto Costa mostrará que se tratam de bens auferidos de forma ilícita, o que também fere o decoro parlamentar e mesmo o Código de Ética do servidor público. Pela gravidade das imputações, o relator pedirá como pena a cassação do mandato.

Nada de grampos

O relatório de Humberto tomará o cuidado de não citar nenhum dos grampos vazados pela imprensa que detalham as relações entre Demóstenes e Cachoeira. O inquérito da Operação Vegas, da Polícia Federal, que investigou o bicheiro, só chegou oficialmente à CPI ontem (2). E ainda não houve mesmo qualquer decisão de compartilhamento dessas informações com o Conselho de Ética (que não detém as atribuições das CPIs para lidar com dados sigilosos). Assim, Humberto não tinha como obter oficialmente os dados contidos nas gravações e demais investigações da PF. Para não correr o risco de ver seu relatório invalidado, ele preferiu deixar os grampos de lado.

Como há uma autorização do ministro Ricardo Lewandowski, do STF, para que os dados do inquérito possam ser compartilhados com o Conselho de Ética do Senado e com a comissão de sindicância da Câmara que investiga os deputados envolvidos com Cachoeira, é possível que Humberto venha a se valer das investigações da PF quando preparar seu relatório final sobre o caso.

O relatório preliminar é apenas o passo inicial do processo de cassação. Hoje (3), será feita apenas a leitura do relatório, e pode, no máximo, haver um início de discussão sobre seu conteúdo. Se quiser, Demóstenes pode fazer alguma consideração. Na próxima terça-feira (8) é que o relatório de Humberto será votado. Aprovado o relatório, começarão a ser ouvidas testemunhas, que Demóstenes pode arrolar em sua defesa, e outros senadores podem pedir também (já há pedidos do senador Randolfe Rodrigues, do Psol do Amapá, e Humberto deverá pedir testemunhas também). Ouvidas as testemunhas, Demóstenes apresenta a sua defesa final, e Humberto seu relatório final. O relatório é votado no Conselho de Ética em votação aberta e precisa ter a maioria de votos para ser aprovado. Aprovado no Conselho de Ética, é encaminhado ao plenário, que é quem tem o poder de cassar ou não Demóstenes, em votação secreta.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 07h50
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Relator no Conselho de Ética dirá que senador goiano mentiu sobre as relações que tinha com Carlinhos Cachoeira. Veja mais informações também na Coluna Esplanada

Lia de Paula/Senado

Humberto dirá que Demóstenes mentiu aos demais senadores

O senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) mentiu aos senadores em plenário sobre as suas relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Mentir em plenário configura quebra de decoro parlamentar. Essa será a base do relatório preliminar do senador Humberto Costa (PT-PE) no Conselho de Ética. Com base nisso, Humberto pedirá a cassação do mandato de Demóstenes. Além de mentir, o senador goiano também auferiu bens indevidos na sua relação com Cachoeira, o que também configura quebra de decoro.

 

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 07h47
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Cantor Marrone é flagrado dando um beijão em uma loira

Bruno e Marrone (à direita, de vermelho)/Foto: AgnewsDepois de um show no evento Expofred, ocorrido na cidade de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul na última segunda-feira (30), o cantor Marrone resolveu dar uma esticadinha na noite, bebeu todas e acabou beijando uma loira, de acordo com o colunista Leo Dias, do jornal "O Dia" e do Yahoo! Brasil.

A moça, que preferiu não se identificar, seria uma estudante de Ciências Contábeis e moradora da cidade, e o beijo foi flagrado pelo jornalista Josafá Rohde em uma festinha realizada no pub Maria Lúcia. O cantor é casado com Natália Portes, 20 anos mais nova que ele.

Segundo o colunista, antes do flagrante, Marrone, que estaria claramente bêbado, teria subido no palco do bar para fazer um longo discurso de mais de 20 minutos, quando se empolgou e deu o beijo na estudante. Ele ainda teria insistido para que ela o acompanhasse até o Palace Hotel, onde estava hospedado, mas a moça recusou.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 07h40
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03/05/2012 00h01 - Atualizado em 03/05/2012 00h03

Polícia fará reconstituição de chacina em fazenda de Doverlândia, Goiás

Reprodução simulada do crime deve começar às 10h desta quinta-feira (3).
Sete pessoas foram degoladas no último sábado em fazenda no município.

Gabriela Lima Do G1 GO


A Polícia Civil de Goiás realizará na manhã desta quinta-feira (3) a reconstituição da chacina em Doverlândia, a 413 quilômetros de Goiânia. A reprodução simulada dos sete assassinatos na fazenda Nossa Senhora Aparecida está marcada para começar às 10h.

Para a delegada-geral da Polícia Civil, Adriana Accorsi, responsável pelo caso, a reconstituição é importante para averiguar as versões apresentadas pelos suspeitos, principalmente a do jovem de 22 anos que confessou ter cometido o crime em troca de R$ 50 mil. "Nós entendemos que foram vários envolvidos. Existem pessoas que participaram intelectualmente e outras que participaram materialmente", disse em entrevista coletiva na noite de quarta-feira (2).

Soldados
Na noite desta quarta-feira, dois soldados do exército prestam depoimento, mas a polícia não quis especificar o grau de envolvimento que eles teriam com a chacina. A delegada disse apenas que um deles é irmão do jovem que confessou o crime. A dupla chegou à Delegacia de Homicídios por volta das 21h30, escoltada por membros das Forças Armadas e não falou com a imprensa.


Motivação

De acordo com a delegada, há mais de uma hipótese para o crime, mas "todas levam para a questão financeira". Adriana Accorsi prefere não divulgar a motivação exata antes do fim das investigações, mas confirmou a jornalista durante entrevista coletiva que apura um negócio relacionado a venda de gados um dia antes das mortes.

Durante depoimento, o jovem de 22 anos informou à polícia que o alvo era o dono da propriedade. As outras pessoas acabaram mortas para evitar testemunhas.

 

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 07h33
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02/05/2012 20h27 - Atualizado em 02/05/2012 20h37

CPI aprova quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico de Cachoeira

Poderão ser abertos dados dos últimos dez anos do bicheiro.
Relator não incluiu depoimentos de governadores na CPI.

Nathalia Passarinho e Iara Lemos Do G1, em Brasília

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito criada para investigar o elo de políticos e empresários com o bicheiro Carlinhos Cachoeira aprovou nesta quinta-feira (2) a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do contraventor, preso em fevereiro sob acusação de chefiar uma quadrilha de jogo ilegal.

Poderão ser abertos dados sigilosos dos últimos 10 anos, período que vai além das investigações já realizadas pelas operações Vegas e Monte Carlo (iniciadas em 2009 e 2011, respectivamente), que motivaram a criação da CPI e já haviam acessado informações sigilosas do bicheiro.

Os requerimento aprovado pela CPI é de autoria do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). "São de extrema gravidade os fatos, que demonstram envolver não só crimes de natureza estritamente privada, mas trambém graves graves desvios na esfera pública, atentatórias às instituições democraticamente constituídas, o que demanda a imediata atuação do Poder Legidlativo Federal", justicou o deputado no pedido de quebra de sigilo.

"A quebra é essencial para nós compreendermos o que ele fez nos últimos dez anos", disse o relator da CPMI, deputado Odair Cunha(PT-MG).

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 07h25
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Quarta-feira , 02 de Maio de 2012


ISSO SIM É UMA VERGONHA

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 22h17
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OS PODEROSOS DE GOIÁS.................................

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 22h11
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País

Confira a íntegra dos documentos da Operação Monte Carlo

O Jornal do Brasil, com apuração do site "Lei dos Homens", divulga, com exclusividade, a íntegra do inquérito policial da Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal para desbaratar o esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira. No total, são cerca de 1 gigabyte de arquivos disponibilizados.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 22h07
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GOIÁS AGORA

 

Ele Quebra, Ele Quebra, Ele Quebra Sim Quem Quebrou Goiás Foi o Marconin
Pra todo mundo saber quem quebro Goiás!
00:03:58
Adicionado em 23/10/2010
24.267 exibições
ESSE MARCONI PERILLO QUEBRA SIM!

ASSISTAM: NÃO PERCAM

http://youtu.be/iJR9PQKtQAM

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 22h02
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Exibição Ativa do Hotmail
Governador Marconi Perillo agride presidente da Irmandade do Rosário de Catalão-GO
O governador de Goiás, Marconi Perillo, agrediu verbal e fisicamente o presidente da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, que reúne o maior número de dançadores de congo do Brasil: as congadas de…
00:03:44
Adicionado em 11/10/2011
44.058 exibições

“Governador Marconi Perillo agride presidente da Irmandade do Rosário de Catalão-GO”

VEJAM O VÍDEO:
“Governador Marconi Perillo agride presidente da Irmandade do Rosário de Catalão-GO”

http://youtu.be/f2iILo0epic

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 21h59
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 TEM QUE TIRAR O PODER DE MUITOS AINDA EM GOIÁS.....

Jornal: Cachoeira queria eleger Demóstenes prefeito de Goiânia
02 de maio de 2012 09h51


 

Gravações interceptadas pela Polícia Federal (PF) com autorização da Justiça mostram o bicheiro Carlinhos Cachoeira discutindo com o vereador de Goiânia Santana Gomes (PMDB) a candidatura do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO, ex-DEM) à prefeitura de Goiânia. Na conversa, eles dizem que precisam de alguém com "poder na mão". Até o início deste ano, Demóstenes era um dos pré-candidatos mais cotados à prefeitura da capital goiana, mas desistiu publicamente da disputa após o estouro do escândalo envolvendo Cachoeira. Demóstenes Torres é considerado a ponte do bicheiro com o mundo político em Brasília. "Deixa eu te contar uma coisa: o Demóstenes vai ser nosso prefeito, não vai? Nós temos que ter alguém com o poder na mão, chefe", disse Santana Gomes, em telefonema feito no dia 13 de março do ano passado. "Exatamente, exatamente", responde Cachoeira. As informações são do jornal O Globo.

Segundo a escuta da PF, Santana Gomes ouve os planos de Cachoeira e tenta adivinhá-los. "Eu já sei que cê tá pensando. O Demóstenes vai ser prefeito. É isso que cê tá querendo dizer, né?", indaga. Após ouvir do chefe a estratégia, ele rasga elogios. "Você é certo demais, você é forte demais. Não, você fez perfeito. Com esse trem na mão, nós estamos bem na foto, né, amigo. Nós vamos fazer nosso prefeito, né?" As pretensões políticas iam além. A Juventude do DEM chegou a lançar Demóstenes candidato a presidente para 2014, na sucessão de Dilma Rousseff. Os mesmos jovens, após o surgimento das denúncias e o envolvimento com Cachoeira, defenderam a expulsão do senador do partido. Em um outro diálogo, captado pela Polícia Federal no dia 16 de maio de 2011, o próprio Demóstenes Torres diz ao bicheiro Carlinhos Cachoeira que o governador Marconi Perillo o queria não apenas para prefeito este ano, mas para governador em 2018.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 19h59
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Edivaldo Cardoso foi cotado para substituir João Furtado

- Mais auxiliares do governador Marconi Perillo vão ser citados nas gravações. Pelo menos dois deles não haviam sido mencionados até agora.

- Em Brasília comenta-se que o governador Marconi Perillo vai ser cercado de todos os lados, com gravações citando alguns de seus auxiliares, até que se crie oportunidade para um pedido de intervenção federal em Goiás.





- Numa das gravações, o grupo de Carlos Cachoeira articula para
Edivaldo Cardoso substituir João Furtado na Secretaria de Segurança Pública.






- O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, mandou um recado para a cúpula do PT na semana passada: “não” vai renunciar e tampouco aceita intervenção do governo federal em seu governo.

- O deputado federal Roberto Balestra tem afirmado a aliados do governador Marconi Perillo que o PP não vai lançar candidato a prefeito de Goiânia.

- Balestra estaria avaliando que, hoje, o deputado federal Sandes Júnior não tem condições de disputar a Prefeitura de Goiânia. Ele vai passar os próximos dois meses, pelo menos, explicando-se à CPMI do Congresso Nacional.

- O prefeito de Uruaçu, Lourenço Pereira Filho, rompeu de vez com o governador Marconi Perillo. Sua rádio bate implacavelmente no tucano.

- Lourenço Pereira avalia que, ao adotar a estratégia de atacar Marconi Perillo, será reeleito prefeito no município do Norte Goiano.

- De um político evangélico: “A base do governador Marconi Perillo rejeitava Leonardo Vilela, mas o engoliu à força. Agora, com as ligações com o caso Carlos Cachoeira, ninguém vai apoiá-lo de verdade”.

- O líder evangélico frisa que, se a candidatura de Leonardo Vilela for mantida, por única e exclusiva pressão do governador Marconi Perillo, os candidatos a vereador da base governista vão fazer “carreira-solo”. Vão pedir votos para si e ignorar a candidatura majoritária.

- O deputado estadual Samuel Belchior caiu do cargo de secretário do governo da Prefeitura de Goiânia porque tem loteamento em Catalão. Ele teria ligações com Cláudio Abreu, o amigo mais íntimo do ex-prefeito Adib Elias.

- Andrey Azeredo perdeu o cargo de secretário de Comunicação da Prefeitura de Goiânia não apenas porque conversou com Wladmir Garcêz. Ele tem sido citado como integrante do “Clube Nextel”.

- O PSOL, o nacional e o goiano, é rigoroso com os adversários e condescendente com seus integrantes. Apontado como tendo ligações com o empresário do jogo Carlos Cachoeira, o vereador Elias Vaz está sendo protegido. Por enquanto.

- Quando se trata dos seus, o PSOL é moderado. Quando se trata de adversários, a mínima suspeita é “prova” para ataques ferozes e violentamente “éticos”.

- Elias Vaz nega que seja “cachoeirista” ou “deltista”.

 
 

 

 

 

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 19h50
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Informe JB

01/05 às 17h34 - Atualizada em 01/05 às 18h40

Site: Carlinhos Cachoeira é 'Governador Paralelo' de Goiás

A influência do bicheiro Carlinhos Cachoeira nos mais diversos níveis da administração pública do estado de Goiás parece não ter fim. Depois de ser revelada sua influência junto a parlamentares, policiais e membros do judiciário goiano, agora é o próprio governador do estado, Marconi Perillo (PSDB-GO), quem está na linha de tiro.

De acordo com o site Brasil 247, o contraventor mantinha um governo paralelo no estado, participando de decisões do Executivo e até mesmo pagando “comissões” para funcionários.

Salário adicional com dinheiro da Delta

Ainda segundo o site, Cachoeira chegava a pagar um salário extra para membros de alto escalão do governo do estado. A verba, segundo eles, viria da Delta:

Entre os supostos beneficiados estariam o ex-presidente do Detran-GO, Edivaldo Cardoso, e o secretário de Segurança Pública, João Furtado de Mendonça Neto. De acordo com o Brasil 247, Edivaldo receberia uma remuneração mensal de R$ 15 mil, enquanto João Neto ganharia cerca de R$ 10 mil.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 19h34
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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta quarta-feira (2) o pedido de prisão preventiva do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, apresentado pela deputada distrital Celina Leão (PSD) no dia 18 de abril. O pedido foi rejeitado por unanimidade dos votos.

A prisão de Agnelo foi pedida pela deputada com base na suposta violação de dados pessoais de adversários políticos, que teria sido realizada por servidores do governo.

De acordo com reportagem da revista “Veja” publicada no mês de abril, dois policiais militares lotados na Casa Militar do Palácio do Buriti fariam parte de um setor de inteligência do governo do DF e teriam utilizados computadores instalados na sede do governo para verificar dados do Infoseg – sistema de responsabilidade do Ministério da Justiça que reúne informações sobre todos os brasileiros, desde número de documentos pessoais até endereços e pendências judiciais.

A reportagem indica que dados do vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, teriam sido obtidos por um "núcleo de inteligência do gabinete do governador Distrito Federal". Os dois policiais militares teriam ainda conseguido acessar as informações pessoais do deputado federal Fernando Francischini, do PSDB do Paraná.

A susposta espionagem motivoun a criação da CPI das Escutas, aprovada pela Câmara do DF no mês passado.

Na época da denúncia, o porta-voz do GDF, Ugo Braga, afirmou que apenas dados do deputado Francisco Francischini (PSDB-PR) e do jornalista Edson Sombra – ligado ao ex-secretário do GDF Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM – foram acessados por “terem feito ameaças ao governador ou a seus familiares”.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h44
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Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h29
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APOSENTADORIA POR INVALIDEZ – A JUSTIÇA SE FEZ

12/04/2012


APOSENTADORIA POR INVALIDEZ – A JUSTIÇA SE FEZ

Em dezembro de 2003, o Congresso Nacional aprovou proposta do governo federal que modificou substancialmente a fórmula de calculo dos proventos de aposentadoria dos servidores públicos. Até então esse cálculo era feito com base na última remuneração do servidor enquanto estava em atividade. Com a Emenda Constitucional nº 41, em vigor a partir de 31/12/03, a maioria das regras de aposentadoria passou a ter nova forma de cálculo de seus proventos, onde não mais levava-se em consideração a última remuneração para esse cálculo e sim, tão-somente, as remunerações que serviram de base para a incidência da contribuição previdenciária recebidas desde o mês de julho de 1994 (data da implantação do plano real) que, após atualizadas e somadas, aplica-se a média aritmética das maiores remunerações (80% delas)
chegando-se à média dos proventos que dá a integralidade ou a proporcionalidade do cálculo por essa média. Parece complexo, mas o objetivo foi tornar o cálculo da maioria das regras de aposentadoria do servidor público semelhante ao cálculo das aposentadorias dos trabalhadores da iniciativa privada, onde esse cálculo é feito adotando a fórmula do Fator Previdenciário.
 
Em regra geral, essa nova metodologia de cálculo traz uma certa igualdade de tratamento entre as aposentadorias do serviço público com as aposentadorias do trabalhador celetista. Mas, nem tudo é justo. A aposentadoria por invalidez do servidor público foi inserida nesse contexto de mudanças de forma de cálculo, onde seus proventos passaram a ser fixados pela média das remunerações e não mais pela última remuneração. Foi exatamente nesse ponto que a reforma trazida pela EC n. 41/03 externou uma injustiça econômica e social na vida dos servidores públicos acometidos por doença incapacitante. Não houve sensibilidade dos congressistas para entender a verdadeira dimensão do reflexo dessa mudança de cálculo na vida dos aposentados por invalidez. Para estes aposentados, se não bastasse a dor de se verem incapacitados para o trabalho pelo acometimento de uma doença, passaram a amargar a dura realidade de sentir uma diminuição no seu poder aquisitivo pelo fato de seus proventos serem calculados pela média aritmética de suas remunerações contributivas e não mais pela última remuneração enquanto estavam em atividade.

Para as outras regras de aposentadorias, o servidor voluntariamente pode decidir por se aposentar mais tarde para que essa permanência venha a interferir, para melhor, na média de cálculo de seus proventos. Por sua vez, a invalidez fulmina essa voluntariedade e interrompe a vida laborativa do servidor, diminuindo assim seu tempo de serviço e, consequentemente, reduzindo a média de seus proventos.

Assim, a aposentadoria por invalidez passou a ser uma dupla punição para o servidor. Primeira punição, ficar incapacitado para o trabalho; segunda, ter considerável diminuição na sua renda financeira, pela nova fórmula de cálculo dos seus proventos. Essa realidade é um duro golpe na autoestima do aposentado, pois, quando ele mais precisaria de um amparo financeiro para fazer jus à sua crescente despesa com tratamento de saúde e com suas obrigações familiares, ele experimenta uma redução em sua receita, passando a despertar, em si, um sentimento de inutilidade e de exclusão social.

Felizmente, essa triste realidade teve fim. O Congresso nacional, depois de mais de sete anos, despertou-se para essa dura realidade dos aposentados por invalidez, corrigindo essa injustiça para com os aposentados por invalidez ao editar a Emenda Constitucional nº 70/2012, restabelecendo a fórmula antiga de cálculo dos proventos para as aposentadorias por invalidez, onde seus proventos serão novamente fixados pela última remuneração de caráter permanente (verbas incorporáveis aos proventos) percebida no último mês de atividade do servidor, e não mais pela média aritmética das remunerações ao longo de seu tempo de serviço e contribuição (Lei n. 10.887/04). Assim, se fez justiça social, mesmo que tardia para muitos aposentados que morreram sem sentir o sabor dessa justa correção. Para estes, essa justiça terá reflexo na pensão deixada para seus dependentes que será recalculada para aplicação da nova metodologia de cálculo.

Além de restabelecer a forma de cálculo pela integralidade da última remuneração, essa reforma devolveu o direito de paridade dos proventos, vinculando-os  aos vencimentos dos servidores em atividade. Isto quer dizer que, quando houver aumento nos vencimentos dos servidores em atividade, os proventos das aposentadorias por invalidez serão automaticamente reajustados nos mesmos índices de aumento e data.  

Como o disposto na EC n. 70/12 tem aplicabilidade imediata, e por determinação do Senhor Governador Marconi Perillo, a GOIASPREV já está tomando todas as providências junto à Secretaria da Casa Civil e Procuradoria Geral do Estado no sentido de refazer os cálculos das aposentadorias por invalidez já concedidas com proventos integrais pela média a partir da data de 01/01/04 para adequação à nova fórmula de fixação dos proventos, ressaltando que essa mudança só produzirá direito financeiro a partir da entrada em vigência dessa Emenda (30/03/2012), sendo que não haverá pagamento de possível diferença gerada em data anterior. Assim, não será necessário que o aposentado faça requerimento. Essa providência já está em curso, inclusive com atualização para as pensões concedidas no mesmo período.

JOÃO CARLOS POTENCIANO
 Gestor Jurídico e Diretor de Gestão, Planejamento e Finanças da GOIASPREV

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h08
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Dólar Comercial
Compra:
R$ 1,9230
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R$ 1,9235
Dólar Turismo
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Nublado

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    30°C18°C

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Escrito por GILVAN DE SOUSA às 16h00
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O VILA NOVA F.C. FOI UM DOS CLUBES COM MAIOR NÚMERO DE PRESIDENTES DESQUALIFICADOS NA HISTÓRIA DO FUTEBOL

 

Terça, 01/05/2012 12h51
-
Jéssica Gonçalves

A semana começa e com ela mais controvérsias no Vila Nova. Na última semana surgiu a informação de que o clube estaria devendo o ex-diretor de marketing Marley Arantes, que entrou na Justiça contra o clube. Segundo Marley a ação contra o Vila poderia lhe render até R$ 300 mil. Após um acordo, Marley receberia R$ 44 mil do clube e assim ele tiraria a ação da Justiça.

De acordo com Marley, Geso de Oliveira deu 15 cheques como forma de pagamento, mas 14 foram sustados, apenas um entrou. “Ele sustou os cheques porque ele não tinha dinheiro para pagar, ou não tinha a intenção de pagar”, comentou. Geso, em entrevista à Rádio 730, confirmou que mandou sustar os cheques porque Marley não assinou a rescisão de contrato e assim tirar a ação na Justiça contra o clube. 

A dívida, portanto, continuou e a ação na Justiça também. Quando Eduardo Barbosa assumiu a presidência do Vila Nova fez um acordo com Marley, no qual ele daria um carro no valor R$ 44 mil. Entretanto, o carro, que foi entregue à Marley, está alienado e não pode ser passado para o nome do ex-diretor. Eduardo comentou que o carro é dele e garante que nenhum dinheiro saiu do Vila Nova para o pagamento da dívida. Já Geso de Oliveira diz que o dinheiro saiu do clube, mas ele não sabe onde está. Ouça as entrevistas realizadas pelo repórter Vinícius Moura com Marley Arantes, Eduardo Barbosa e Geso de Oliveira.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 15h59
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Com mais um governador na mira, CPI terá hoje primeiro embate político

Governistas e oposição vão travar hoje sua primeira grande batalha na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira com um novo personagem no epicentro da luta política, até a semana passada restrita a petistas e tucanos, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). Ele é mais um chefe de Executivo estadual a ter o nome envolvido no esquema de contravenção e o terceiro a entrar na mira da comissão parlamentar.

Na sessão marcada para as 10h30 os integrantes da comissão irão receber os 40 volumes do inquérito que investigou o esquema do contraventor e suas ligações com agentes públicos e privados. PMDB e PT pretendem fazer de tudo para blindar Cabral e Agnelo Queiroz (Distrito Federal) e evitar que sejam convocados a depor na CPI a respeito de supostas ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira e o empresário Fernando Cavendish, que se afastou na semana passada da direção da Delta Construções S.A.

Ao mesmo tempo, o PT defende a convocação do governador de Goiás, o tucano Marconi Perilo, sob o argumento de que os grampos feitos pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo escancararam as ligações dele com Carlinhos Cachoeira. 'Não quero fazer prejulgamentos, mas todas as conversas gravadas pela PF e que envolvem o governador Marconi Perillo apontam para uma séria relação dele com o bando do Cachoeira', disse ao Estado o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP). 'É muito diferente do que ocorreu com o governador Agnelo, que é vítima da organização criminosa.'

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 15h36
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Em oito meses de pesquisa, o militar paquistanês aposentado Shaukat Qadir concluiu que o paradeiro de Osama bin Laden foi descoberto porque a mais velha de suas mulheres o entregou. "Na minha visão, a Shoora da Al-Qaeda decidiu traí-lo", disse em entrevista ao Terra. "Eles não tinham contato direto entre a CIA e a ISI (agência de inteligência paquistanesa). Então, eles planejaram a traição via talibãs ligados à ISI, que manteve a CIA informada. Se eles não tivessem feito, Osama bin Laden poderia ter vivido outros seis anos sem ser descoberto". O objetivo da Al-Qaeda era a recompensa pela captura, estimada em US$ 25 milhões.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 15h30
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O cantor Pedro Leonardo, internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo, já piscou os olhos durante visita do pai, o cantor Leonardo, segundo a assessora de imprensa dele, Ede Cury. Pedro piscou três vezes durante a penúltima visita do pai, ocorrida entre a noite de segunda-feira (30) e a madrugada de terça-feira (1º). Leonardo tem visitado o filho todos os dias, e para manter a rotina de shows, tem ido ao hospital até mesmo e madrugada.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 15h23
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Gurgel rejeita convite para falar em CPI, e comissão analisa convocação

Procurador-geral da República argumentou questão técnica para não ir.
Convite foi feito em encontro com presidente da comissão nesta quarta.

Marcelo Parreira Do G1, em Brasília

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, rejeitou o convite para falar na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as relações do contraventor Carlinhos Cachoeira com políticos e empresas. O pedido foi feito pelo presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), e pelo relator Odair Cunha (PT-MG), em encontro com o procurador na manhã desta quarta-feira.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, durante lançamento do Cenipe (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)O procurador-geral da República, Roberto Gurgel
(Foto: Nelson Jr./SCO/STF)

Segundo o senador Vital do Rêgo, Gurgel alegou "uma questão técnica" para informar que não poderá falar à CPI. Segundo a assessoria da PGR, artigos do Código de Processo Penal (CPP) proíbem que um juiz ou integrante do Ministério Público seja testemunha no mesmo processo em que atua. No caso, tanto as informações que estão usadas pela CPI passaram pelo PGR como as possíveis conclusões da comissão serão encaminhadas ao Ministério Público e acabariam sendo analisadas pelo procurador.

"O procurador nos confessou que a investigação não está conclusa ainda, que há na titularidade dele um impedimento de ordem técnica", afirmou Vital do Rêgo.

Ele alegou, no entanto, que a Constituição prevê a possibilidade de qualquer cidadão ser convocado pela comissão e que, caso seja confirmada a convocação, o procurador seria obrigado a comparecer. "As informações técnicas têm razões e contrarazões. A CPI entende que qualquer cidadão brasileiro tem o dever de depor perante a comissão parlamentar de inquérito", afirmou.

Vital do Rêgo não descartou que o requerimento solicitando a convocação de Gurgel seja votado pela CPI, mas isto não deve acontecer na reunião marcada para a tarde desta quarta-feira. "Tem uma solicitação, através de requerimento, para esta convocação. Quando o requerimento for a voto, ele será deliberado, e nós seremos intérpretes deste pedido."

Gurgel foi cobrado publicamente por integrantes da CPI na última semana, quando a comissão realizou sua primeira reunião de trabalho. Parlamentares do PT questionaram o fato de Gurgel não ter iniciado investigações ainda em 2009, quando recebeu da Polícia Federal as informações da Operação Vegas, que investigou a exploração do jogo ilegal e já teria alcançado Cachoeira. O senador Fernando Collor (PTB-AL) chegou a pedir que Gurgel fosse convocado à CPI para falar sobre o tema, mas o pedido não foi votado pela comissão.

Reunião da CPI
O encontro com Gurgel aconteceu poucas horas antes da reunião da CPI, marcada para a tarde desta quarta. Na reunião, os senadores e deputados que integram a comissão poderão analisar os 168 requerimentos protocolados até a última sexta (27).

Desse total, 115 são pedidos de convocação de depoentes, dos quais 24 têm o bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e de dois ex-dirigentes da empreiteira Delta (Fernando Cavendish,ex-presidente, e Cláudio Abreu, ex-diretor na região Centro-Oeste) como alvos (oito requerimentos para cada um).

Cachoeira é o personagem central da CPI. Ele é apontado como chefe de uma quadrilha que explorava jogo ilegal em Goiás, e é suspeito de ter montado uma rede de corrupção com influência sobre governos, parlamentares e empresas.

Segundo investigação da Polícia Federal, a Delta repassou dinheiro para empresas fantasmas que abasteciam o grupo de Cachoeira. Fernando Cavendish se afastou da presidência da Delta. Já Cláudio Abreu foi preso durante a Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal. A operação é um desdobramento da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que resultou na prisão de Cachoeira em fevereiro.

Fernando Cavendish nega as acusações e disse que jamais pagou propina a políticos nem a empresas fantasmas. O advogado de Claudio Abreu, Roberto Pagliuso, disse que seu cliente tem colaborado com as investigações. Ele entrou com pedido de liberdade em favor de Abreu no Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

O presidente da CPI, Vital do Rêgo, e o relator da comissão, Odair Cunha, ao receber inquérito do Supremo sobre  Demóstenes Torres (Foto: José Cruz / Agência Brasil)
O presidente da CPI, Vital do Rêgo, e o relator da
comissão, Odair Cunha, ao receber inquérito do
Supremo sobre Demóstenes Torres (Foto: José
Cruz / Agência Brasil)

Inquérito
Nesta quarta, a comissão recebeu a cópia do inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) aberto para investigar as relações de Carlinhos Cachoeira. O documento digitalizado, que possui 15 mil páginas e 40 volumes, foi entregue por oficiais de justiça ao presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo.

A liberação do inquérito para a CPI foi concedida na última sexta-feira pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator do inquérito que tramita na Corte para investigar as relações do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Além da CPI, também terão acesso ao inquérito o Conselho de Ética do Senado, que também investiga se houve quebra de decoro parlamentar por parte de Demóstenes na relação com o contraventor; e a Comissão de Sindicância da Câmara dos Deputados - dois deputados (Carlos Alberto Leréia, do PSDB-GO, e Sandes Júnior, do PP-GO), são alvos de apuração de suposta irregularidade nas relações deles com Cachoeira.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 13h39
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Escutas revelam que Cachoeira tentou beneficiar policiais envolvidos em grupos de extermínio

R7 02/05/2012 07h00


Escutas telefônicas da Polícia Federal mostram que o bicheiro Carlos Augusto Ramos, Carlinhos Cachoeira, tentou beneficiar policiais acusados de integrar grupos de extermínio. Os trechos fazem parte do inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) contra o senador Demóstenes Torres (Sem partido-GO), instaurado para investigar as ligações do parlamentar com o contraventor. 
 
Trechos do inquérito relatam negociações para transferir policiais militares que estão presos no Mato Grosso do Sul. Cachoeira queria que o senador Demóstenes ajudasse a trazê-los para Goiás. 
 
Na conversa, o bicheiro pede para Demóstenes ligar para o governador de Goiás, Marconi Perillo, e o senador diz que aguarda um novo procurador assumir e que “já está tudo acertado”. 
 
Comissão Parlamentar 
 
A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do Cachoeira vai se reunir nesta quarta-feira (2) para definir o plano de trabalho dos próximos 180 dias de funcionamento e votar alguns dos quase 200 requerimentos já apresentados. 
 
Entre eles estão pedidos para que deponham os governadores de Goiás, Marconi Perillo, e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. O presidente licenciado da construtora Delta, Fernando Cavendish, e o ex-diretor da companhia, Cláudio Abreu, também estão entre os nomes sugeridos para prestar depoimentos. 
 
Na ocasião, os integrantes titulares e suplentes da CPI devem receber uma cartilha sobre as regras de funcionamento da comissão, já que há uma preocupação com o vazamento de informações sigilosas, como é o caso do inquérito que será enviado ao Congresso.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 13h35
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LEREIA QUERIA PEDIR MAIS DINHEIRO? O SACO NUNCA ENCHE, PARECE NÃO TER FUNDO

O deputado federal Carlos Alberto Leréia (PSDB) é amigo pessoal do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso pela Polícia Federal na operação Monte Carlo, usado de explorar máquinas caça-níqueis e jogo do bicho em Goiás, no Distrito Federal e outros três estados. Para Leréia, não há problema nessa amizade. O tucano disse que só não foi visitar o amigo porque ele não pode receber visitas

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 13h31
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farinha do mesmo saco

Levantamento aponta doações da Delta a campanha de aliados de Garotinho

Estadão.com.br

A relação entre a empreiteira Delta e o governo do Estado do Rio de Janeiro é antiga e teria beneficiado inclusive o ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ). De acordo com reportagem

do Contas Abertas, a construtora teria feito doações para campanhas eleitorais no Estado do Rio de Janeiro de candidatos a prefeito, vereador e deputado federal ligados ao ex-governador. O levantamento foi feito com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O levantamento apontou ainda que a Delta doou R$ 4,4 milhões a partidos e políticos em campanhas eleitorais desde as eleições de 2002. Do total, conforme dados do TSE, R$ 2,3 milhões foram destinados especificamente ao PMDB, tanto por meio de contribuições diretas a comitês financeiros municipais e o diretório nacional, quanto a candidatos a prefeito, vereador, deputado estadual e federal.

Entre eles, Eduardo Cunha teria recebido R$ 10,1 mil para sua campanha à Câmara Federal pelo PPB-RJ em 2002. Hoje ele é deputado federal pelo PMDB-RJ.

Cunha foi presidente da Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro (Telerj) de 1991 a 1993. Em 1999, foi subsecretário de Habitação do Governo do Rio, no governo de Anthony Garotinho (1999-2001), e depois assumiu a presidência da Companhia Estadual de Habitação do Rio de Janeiro (CEHAB), até 2000. O deputado estadual pelo PPB-RJ, Fábio Francisco da Silva também recebeu doação de R$ 10,1 mil. Silva foi diretor de Desenvolvimento Comunitário e de Assuntos Fundiários durante o governo Garotinho.

Embora outros partidos também tenham recebido repasses, a lista de beneficiados das doações é maior no PMDB. O candidato à Prefeitura de Duque de Caixias, Washington Reis, recebeu R$ 12 mil. Já o candidato à prefeitura de São João de Meriti-RJ, Uzias Mocotó, que tinha o apoio do então secretário estadual de Segurança, Anthony Garotinho, na época do PMDB, recebeu doações de R$ 5,6 mil. O candidato a vereador pelo município do Rio de Janeiro, Theófilo Guedes da Silva, contabilizou repasses de R$ 182,1 mil.

Outro que também tinha o apoio de Garotinho foi Geraldo Pudim, que recebeu R$ 300 mil em doações da Delta. Em 2006, Pudim ? cujo slogan de campanha era ?votar no Pudim é votar no Garotinho? ? se elegeu deputado federal.

Na lista de beneficiados pela empresa de Fernando Cavendish, há pelo menos dois prefeitos que tiveram mandatos cassados pelo MP, segundo o

Contas Abertas. Um deles é Gedeon de Andrade Antunes ? que recebeu R$ 18,5 mil ?, eleito pelo PSC à Prefeitura de Seropédica (RJ), em 2004, e cassado em 2006. O outro foi Riverton Mussi, do PSDB, candidato à Prefeitura de Macaé-RJ naquele ano ? quando recebeu R$ 120 mil da Delta.

Apesar da ligação com o partido no estado do Rio, contudo, também há repasses (R$ 490 mil ao todo, englobando 2004 e 2008) para candidaturas aos cargos de vereador e prefeito pelos municípios de Ji-Paraná-RO, Teresina-PI, Santa Maria-RS, Jequié-BA, Porto Alegre-RS, Caxias do Sul-RS e Ariquemes-RO, pelo PMDB; São Paulo-SP (R$ 415 mil, em 2004), pelo PT; Cariacica-ES (R$ 30 mil, em 2004), pelo PL, atual PR; Coari-AM (R$ 100 mil, em 2008); Itacoatiara-AM (R$ 100 mil, em 2008), pelo PR.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 13h28
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O contraventor Carlinhos Cachoeira mandou entregar propina "embrulhada em jornal" para o deputado federal Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO). A informação consta num relatório da Polícia Federal. O documento esmiúça as relações próximas de Cachoeira com o parlamentar.

Os dados são apontados no capítulo intitulado "transações financeiras" envolvendo o contraventor e o deputado tucano. A PF assinala que Cachoeira mandou Geovani Pereira da Silva, seu contador, "passar dinheiro para o deputado Leréia, não sendo possível identificar a que título".

Grampos da PF flagraram diálogos entre Cachoeira e Leréia. Também caiu nas escutas o contador Geovani, foragido. O contraventor o chama de Geo e pede que providencie pagamentos em dinheiro a Leréia. Em 1.º de agosto de 2011, às 14h34, Cachoeira recomenda a Geovani a entrega de 20 000 reais em dinheiro para Leréia "embrulhados em jornal". Uma assessora do contraventor participa da conversa e informa que o dinheiro foi colocado num "envelope quadrado".

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 13h15
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PSDB cogita expulsar o deputado federal Carlos Leréia
Fonte; Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
29/04/2012 | 13h50 | Bicheiro

 

Líderes e dirigentes do PSDB passaram a analisar neste final de semana que providência tomar sobre o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), diante de novas revelações mostrando a íntima relação dele com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Nas gravações do inquérito da Polícia Federal, Leréia aparece conversando com Cachoeira, e recebendo a senha de um cartão de crédito do contraventor. Cientes de que a situação do deputado goiano se complica a cada dia, os tucanos já afirmam nos bastidores que o partido terá, no mínimo, que abrir um processo interno para cobrar, formalmente, explicações de Leréia. Há quem defenda, de forma ainda reservada, até mesmo a expulsão do deputado, citando como exemplo o que fez o DEM com o senador Demóstenes Torres.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 13h13
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Gravações realizadas pela Polícia Federal mostram o envolvimento do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O áudio aponta que o deputado agilizou a emissão de vistos internacionais para Cachoeira aproveitando-se de seu cargo como presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

O bicheiro teria acionado Leréia para conseguir um visto para sua sogra Meire Alves Mendonça e uma babá, para que viajassem aos Estados Unidos em 2011.

Além disso, o tucano teria conseguido vistos para familiares do ex-vereador Wladimir Garcez (PSDB).

Gravações obtidas pelo jornal "Folha de S. Paulo" mostram a comemoração que Cachoeira fez quando o deputado tomou posse do cargo atual em 2 de março do ano passado. "Você agora é o homem dos vistos, é?", disse.

"Vou antecipar pra ela aqui. 9 de maio não sei se dou conta, vou viajar. A data do dia 20 de maio dou conta. Tá bom, né?", disse Leréia sobre o visto de Meire.

De acordo com as gravações, o deputado é suspeito de ter recebido uma quantia de R$ 25 mil de Cachoeira.

Nem a defesa do bicheiro e nem os advogados do empresário comentaram o caso.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 13h11
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ornal: Cachoeira mandou entregar dinheiro para Marconi Perillo
28 de abril de 2012 08h59


 

O bicheiro Carlinhos Cachoeira orientou um de seus operadores a entregar dinheiro a um assessor do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), em julho de 2011. Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal durante investigações sobre os negócios de Cachoeira mostram o contraventor tratando do assunto com o ex-vereador Wladimir Garcez, um de seus operadores. "É pro governador", disse Cachoeira. "Vamos lá pagar logo para ele no palácio lá. Chega lá, paga pro Jayme. Já manda ele levar o dinheiro, já entrega a chave aí pra ele, depois tira os trem que tem que tirar aqui", disse. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Jayme Rincon é um dos principais auxiliares de Perillo no governo de Goiás. Ao jornal, o governador negou ter feito negócios com Cachoeira, mas reconheceu que seu operador atuou como intermediário em uma transação imobiliária. Perillo afirma que vendeu um imóvel por R$ 1,4 milhão para outro empresário, Walter Paulo Santiago, que na campanha eleitoral de 2008 se candidatou a vereador em Goiânia e declarou à Justiça Eleitoral que não tinha renda nem patrimônio. Quem ocupava o imóvel desde a sua venda era o próprio Cachoeira, que estava na casa quando foi preso em fevereiro, acusado de explorar jogos ilegais e outros crimes. A PF interceptou 12 conversas entre Cachoeira e seus assessores na qual tratam do assunto. Perillo afirmou que não recebeu dinheiro nem nunca fez negócios com Cachoeira. Por meio de assessoria do governo, Rincon disse "repelir com firmeza todas as acusações".

Carlinhos Cachoeira
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.

Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram contatos entre Cachoeira e o senador democrata Demóstenes Torres (GO). Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais.

Nos dias seguintes, reportagens dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo afirmaram, respectivamente, que o grupo de Cachoeira forneceu telefones antigrampos para políticos, entre eles Demóstenes, e que o senador pediu ao empresário que lhe emprestasse R$ 3 mil em despesas com táxi-aéreo. Na conversa, o democrata ainda vazou informações sobre reuniões reservadas que manteve com representantes dos três Poderes.

Pressionado, Demóstenes pediu afastamento da liderança do DEM no Senado em 27 de março. No dia seguinte, o Psol representou contra o parlamentar no Conselho de Ética e, um dia depois, em 29 de março, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski autorizou a quebra de seu sigilo bancário.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), anunciou em 2 de abril que o partido havia decidido abrir um processo que poderia resultar na expulsão de Demóstenes, que, no dia seguinte, pediu a desfiliação da legenda, encerrando a investigação interna. Mas as denúncias só aumentaram e começaram a atingir ouros políticos, agentes públicos e empresas.

Após a publicação de suspeitas de que a construtora Delta, maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos, faça parte do esquema de Cachoeira, a empresa anunciou a demissão de um funcionário e uma auditoria. O vazamento das conversas apontam encontros de Cachoeira também com os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás. Em 19 de abril, o Congresso criou a CPI mista do Cachoeira.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h48
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Desde que viu seu nome envolvido nas investigações da Polícia Federal sobre o esquema de Carlinhos Cachoeira, o governador de Goiás, Marconi Perillo, nega ter relações com o bicheiro. Não é, porém, o que constatou a Operação Monte Carlo, da PF. Um diálogo detectado pela PF revela que o próprio Marconi tomou a iniciativa de ligar para o contraventor, com o objetivo de parabenizá-lo pela passagem de seu aniversário. Na conversa, os dois marcam um encontro, mais especificamente um jantar. De acordo com a PF, na reunião, eles “teriam tratado de assuntos de interesses do grupo político de Cachoeira”. Cinco dias depois dessa reunião, apontam as investigações, a quadrilha tentou entregar uma caixa de dinheiro no Palácio das Esmeraldas, a sede do governo goiano.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h46
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CONTINUAÇÃO:

 

O bicheiro demonstra indignação em 14 de julho, após saber do discurso de Marconi pelo vereador de Goiânia Santana Gomes (PMDB). A indignação é compartilhada com o ex-diretor da Delta Cláudio Abreu, o ex-presidente da Câmara de Goiânia e braço direito de Cachoeira, Wladimir Garcez, e Demóstenes, que orienta sobre o tratamento que deve ser ado ao governador.

— Professor, você não fraqueja aí não, pô. Os caras têm que mandar um recado duro pra ele. Manda o Edvaldo (Edvaldo Cardoso, ex-presidente do Detran) entregar o cargo, que ele (Marconi) vai ficar doido nesse trem. Esse cara não tem jeito, não. Ele cada hora fala um trem, pô. Joga leve não. Joga pesado, não deixa barato esse trem não. Ele é desqualificado demais. Essa foi de pé no saco — explica Demóstenes, que se diz estupefato com as declarações de Marconi contra a Delta: — Tem que ter respeito né rapaz... esse cara... É maluco, né? Só pode... porque bêbado naquela hora da manhã não tava.

— A gente tem que explodir esse vigarista — responde o bicheiro.

Após a conversa, Cachoeira segue os passos de Demóstenes. Após duas audiências agendadas e desmarcadas, Marconi teria recebido Edvaldo no gabinete. Na saída, Edvaldo liga para Cachoeira:

— Me recebeu lá na salinha lá... Falou que houve um mal entendido aí, que não foi dessa forma (o discurso), e que quer falar é com você. (...) Ele quer falar com você quinta-feira. Ele quer só você e ele, na minha casa.

Mas, seguindo a orientação de Demóstenes de jogar duro, no dia 21 de julho Cachoeira manda Edvaldo informar que não poderá ir ao encontro:

---- (Para o governador) sentir que tô contrariado.

Mais tarde, Cachoeira quer saber a reação de Marconi. Edvaldo responde:

— Ele quer falar com você. Que quer te atender, que gosta de você, tal e tal. Ele quer uma conversa ele e você.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/carlinhos-cachoeira-ameacou-romper-com-marconi-perillo-4767758#ixzz1tiugMypQ
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Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h41
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Carlinhos Cachoeira ameaçou romper com Marconi Perillo
FONTE: Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
29/04/2012 


Em meados do ano passado, contrariado com a perda de contratos da Delta no entorno do Distrito Federal, Carlinhos Cachoeira ameaçou romper a aliança que dizia ter com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Avisado por um interlocutor de ambos, Marconi teria tentado marcar uma audiência privada com o contraventor para resolver o impasse. Os diálogos, gravados pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo, ocorreram em julho. Após afirmar, em discurso na companhia de saneamento de Goiás (Saneago), que iria acabar com o monopólio da Delta, Marconi provoca a ira de Cachoeira e Demóstenes Torres, que o chamam de “maluco” e “vigarista” e asseguram que jogarão duro com ele. Dias depois, Marconi teria mandado dizer a Cachoeira que houve um mal entendido.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h36
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CPI recebe inquérito que investiga elo de Demóstenes com Cachoeira

Documento foi entregue a Vital do Rêgo após autorização do Supremo.
Comissão vai convidar procurador-geral, Roberto Gurgel, a falar na CPI.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h34
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Oficiais de justiça entregaram nesta quarta-feira (2) cópia do inquérito do STF (Supremo Tribunal Federal) que investiga o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) à CPI do caso Cachoeira. Os documentos foram liberados na semana passada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo.

Escrito por GILVAN DE SOUSA às 11h31
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CARLINHOS CACHOEIRA NÃO É BICHEIRO, É SEM DÚVIDA NENHUM UM DOS MAIORES CONTRAVENTORES DO BRASIL.  QUEM MERECE CULPA? OS VEREADORES, DEPUTADOS, GOVERNADORES, SENADORES QUE SÃO ELEITOS PARA DEFENDER E LEGISLAR EM FAVOR DO POVO, OU UM EMPRESÁRIO QUE DEFENDE SEUS INTERESSES? CACHOEIRA NÃO DESVIOU MEU, SEU NOSSO DINHEIRO, NÃO GASTOU NADA QUE NOS PERTENCE, FOI SIM OS POLÍTICOS QUE DEVERIAM AGIR DIFERENTE, MAS NÃO CONSEGUEM, SÃO CORRUPTOS, E SE FAZEM DE INOCENTES, PREGAM MORALIDADE, E APARECEM POSANDO DE BONS MOÇOS PARA ENGANAR O POVO, E SÃO UNS VERDADEIRO LOBOS TRAVESTIDOS EM PELE DE CORDEIRO.

2012 É ANO DE ELEIÇÃO, VAMOS COMEÇAR A MUDANÇA AGORA, TEMOS QUE MUDAR TODOS QUE LÁ  ESTÃO PARA FAZER UMA FAXINA NA POLÍTICA GOIANA. A HORA É AGORA

Escrito por gilvandesousago às 10h51
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Escrito por gilvandesousago às 10h35
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